Queda na cesta não assegura continuidade
O preço dos alimentos faz parte das preocupações centrais do governo. Primeiro, a fim de garantir alimentação adequada ao máximo de brasileiros. Segundo, buscando manter sob controle os preços dos gêneros, para evitar picos inflacionários. De acordo com a Conab, os preços nas Capitais fecharam em queda no segundo semestre do ano passado.
Durante 2025, afora fatores climáticos, houve a imposição, por Donald Trump, da tarifa de 40% nos preços de vários produtos da nossa pauta de exportação. Além do impacto nas compras e vendas, a tarifa trouxe instabilidade.
Para Patrícia Lino, coordenadora de pesquisa da cesta básica (com 13 itens) pelo Dieese, a reação do governo foi ágil, aperfeiçoando programas já existentes e lançando mão de outros recursos, inclusive importação de alguns produtos.
Ação sindical
Frentistas do Pará retomam negociação
Após dois anos sem negociação coletiva devido à intransigência do patronal, a subsede da Federação Nacional dos Frentistas no Pará deu início às tratativas para a atualização da Convenção Coletiva de Trabalho. Cerca de 6 mil trabalhadores serão beneficiados com a negociação.
Trabalhadores pleiteiam aumento salarial de 11,35%; auxílio-alimentação de R$ 18,00 por dia trabalhado; cesta básica com 42 itens; Participação nos Lucros e/ou Resultados e folga semanal extra para mulheres da categoria.
Opinião
Salário Mínimo nasceu da luta
“Na semana passada, no dia 14 de janeiro, celebramos 90 anos da criação do Salário Mínimo no Brasil e 20 anos da política de valorização com ganho real iniciada nos governos do presidente Lula, a partir de 2003. Não se trata apenas de uma data simbólica. Trata-se de reafirmar um projeto de país que reconhece o trabalho como fundamento da dignidade humana e o Estado como instrumento de justiça social”.
Eduardo Annunciato (Chicão). Presidente do Sindicato dos Eletricitários de SP e da Fenatema. MAIS
Vídeo
Manter viva a memória
Andrea Angerami Gato, secretária-geral do Sindicato Nacional dos Aposentados e organizadora do ato em memória a Manoel Fiel Filho, metalúrgico morto pela ditadura. Ela reforça a importância de contar a história do Brasil, principalmente do ponto de vista da classe operária. E engajar a juventude a fim de manter viva a memória e evitar que a violência volte a acontecer.


