Cabelos brancos guardam memória sindical
Mais de 200 pessoas lotaram na noite da segunda (19) o auditório da antiga sede dos Metalúrgicos de São Paulo (hoje Sindnap), na rua do Carmo, Centro de São Paulo.
Participavam da cerimônia em homenagem à memória do Delegado Sindical Manoel Fiel Filho, sequestrado pela ditadura e morto, após torturas, no Doi-Codi, dia 17 de janeiro de 1976.
Além das homenagens, houve exibição do filme “Perdão, Mister Fiel” e lançamento livro “Carrascos da Ditadura”, ambos de Jorge Oliveira. O evento contou com a presença das filhas Aparecida e Márcia (foto). A organização ficou por conta de Andréia Angerami Gato, secretária-geral do Sindnap. Diversas Centrais Sindicais presentes, que tiveram como porta-voz Antonio Neto, presidente da CSB.
Ação sindical
Comércio reconhece fim da escala 6×1
Mesmo com o crescimento da oferta de emprego em todo o País, o comércio encontra dificuldades para preencher essas vagas. A visão, por parte dos empresários do setor, é que a proposta da redução da escala de trabalho 6×1 tem ganhado força entre os trabalhadores.
Com isso, o setor de comércio e varejo no Brasil já está começando a se adiantar e adotar a escala 5×2 como forma para atrair e manter funcionários. É o caso de algumas grandes redes varejistas.
Opinião
Energia deve ter qualidade
“Distribuição de energia é serviço essencial e precisa ter qualidade. O Estado de São Paulo, que já garantiu excelência com empresas públicas, não pode ficar à mercê dos interesses de mercado numa área vital à população”.
Murilo Pinheiro. Presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo. MAIS
Vídeo
Em memória de Fiel Filho
Em ato realizado no dia 19 em homenagem a Manoel Fiel Filho, sua filha Márcia Fátima deu um comovente depoimento sobre seu pai. Manoel foi sequestrado e assassinato pelo regime militar em 17 de janeiro de 1976.


