Falta manutenção urbana, diz engenheiro Murilo
As entidades de engenheiros, há vários anos, propõem que governos e prefeituras criem secretarias ou departamentos de Manutenção. A ideia é, basicamente, prevenir contra os efeitos de acidentes naturais ou agir de pronto diante de ocorrências.
Essa demanda é levantada pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), que realiza Seminários temáticos e também encaminha o pleito a entes dos governos. Murilo Pinheiro, seu presidente, afirma: “É um trabalho contínuo e persistente. Já obtivemos alguns avanços, mas eles são pequenos perante o volume de problemas, principalmente chuvas e inundações”.
Nas últimas semanas, a Grande São Paulo sofreu alagamentos de vias públicas, residências e estabelecimentos comerciais. Isso trava o trânsito, danifica propriedades particulares ou públicas, gerando toda ordem de prejuízos.
Ação sindical
Centrais cobram redução de juros
Terça (27) as Centrais Sindicais realizaram novo protesto contra a taxa Selic. Mobilização ocorreu na avenida Paulista, em São Paulo, para repudiar a política monetária do Banco Central (BC), que definiu a taxa atual de juros em 15% ao ano, considerada abusiva pelo movimento sindical. Palavra de ordem foi “Eu quero já! Eu quero ver o juro baixar!”.
as lideranças reafirmaram que o atual índice do BC trava o crescimento, reduz empregos e penaliza a classe trabalhadora. Miguel Torres, presidente da Força Sindical, CNTM e Metalúrgicos de SP e Mogi das Cruzes, afirma que juros elevados travam o crescimento econômico, reduzem investimentos produtivos e prejudicam diretamente a classe trabalhadora.
Opinião
A hora certa
“O movimento sindical brasileiro tem, em 2026, um encontro marcado com a política partidária durante as campanhas e eleições gerais de outubro. Nelas o Brasil vai decidir seu futuro imediato com as escolhas do presidente da República, dos governadores de Estados, dos deputados estaduais e federais e dos senadores”.
João Guilherme Vargas Netto. Consultor sindical de entidades laborais. MAIS
Vídeo
Cresceram as greves
O número de greves no primeiro semestre de 2025 aumentou 16% em relação ao mesmo período de 2024, passando de 462 para 536. Dados são do Sistema de Acompanhamento de Greves do Dieese. Em 82% das greves questões como defesa das condições de trabalho, saúde e segurança, descumprimento de direitos estabelecidos em acordo, convenção coletiva ou legislação formavam a pauta.


