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Repórter Sindical · Edição 4.734

Aos 80 anos, CNTI debate futuro

A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI) celebra 80 anos com o lançamento de uma revista comemorativa e entrevista concedida à Agência Sindical, na qual o presidente José Reginaldo Inácio – eletricitário de Minas Gerais com mestrado e doutorado – destaca a importância da unicidade sindical, a necessidade de reindustrialização, a falta de demandas dos trabalhadores no programa Nova Indústria Brasil, a urgência de investimento…

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Aos 80 anos, cnti debate futuro

A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria, fundada em 19 de julho de 1946, uma das nossas entidades mais tradicionais, marca seus 80 anos com lançamento de revista comemorativa .

Em entrevista à Agência Sindical , seu presidente, José Reginaldo Inácio – eletricitário de Minas Gerais com mestrado e doutorado em áreas ligadas ao trabalho – destaca a atuação da Confederação em vários momentos importantes da vida nacional, como a Assembleia Nacional Constituinte.

Ele enfatiza que a unicidade sindical e a representação por categoria (Artigo 8º da Constituição) são vitais na resistência aos avanços da direita e para frear as agressões aos direitos da classe trabalhadora.

O dirigente da CNTI defende a reindustrialização do País, elogia o programa Nova Indústria Brasil, mas ressalva que a NIB não inclui a posição e as demandas dos trabalhadores.

Reginaldo Inácio vê necessidade de mais investimentos na qualificação profissional e alerta que a Reforma Trabalhista de 2017 afetou duramente as finanças sindicais. Ele pleiteia também maior presença sindical no Sistema S quanto à formação profissional.

Plenária – Pejotização, inteligência artificial, redução da jornada e inclusão de jovens e mulheres foram temas da Plenária Nacional em Luziânia, em setembro, que resultou na Carta de Luziânia .

Na manhã desta segunda (19), a Federação Nacional, a Estadual e Sindicatos filiados debateram com seus Jurídicos os efeitos para a categoria do fim da escala 6×1 e a jornada de 40 horas.

O apoio aos avanços não exclui cautela na comunicação e nas negociações coletivas.

Frentistas debatem

O Diap analisa os impactos da redução da jornada semanal para 40 horas e do fim da escala 6×1. Com a promulgação da Emenda Constitucional, o desafio passa a ser acompanhar a implementação das novas regras, a fim de garantir os direitos dos trabalhadores beneficiados.

Diap analisa jornada

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