Forte participação deve marcar o 7 de Setembro
Os atos do 7 de Setembro deste ano serão marcadamente cívicos, com forte participação sindical, de movimentos populares e entidades do campo progressista, focadas num item principal: defesa da soberania nacional.
Essa defesa cresceu em indignação após o tarifaço de 50% imposto por Donald Trump sobre produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos.
O ataque fez o sindicalismo e outros movimentos organizarem protestos em todo o País, cujo ápice será o Ato Pela Soberania, domingo, na Praça da República, Centro de SP.
Durante a semana, a Agência Sindical entrevistou metalúrgicos, químicos, comerciários, professores, além de movimentos populares, como o tradicional “Grito dos Excluídos”, que ocorre todo Dia da Independência.
SOBERANIA NACIONAL – Atos ocorrerão por todo o País
SindForte rejeita proposta dos patrões
Sexta, 5, aconteceu a segunda rodada de negociações entre o SindForte e o patronato. Reunião, em São Paulo, é parte da Campanha Salarial dos trabalhadores em transporte de valores no Estado, cuja data-base é 1º de agosto.
Contraproposta dos patrões foi considerada “provocativa” por João Passos, presidente do SindForte. Ele afirma: “Também divergimos quanto ao banco de horas e ao horário de almoço. Fica difícil negociar nesses termos”.
PROVOCAÇÃO – João Passos recusa proposta
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Sindicato dos Trabalhadores em Carro-Forte de SP OPINIÃO A lei é para todos
“Não vou entrar no mérito do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas vou citar os crimes que ele cometeu contra os trabalhadores”.
Josinaldo José de Barros (Cabeça). Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região.
VÍDEO – Exportações sobem
A balança comercial brasileira fechou agosto com superávit de US$ 6,1 bilhões, mesmo com o tarifaço de 50% imposto por Donald Trump aos nossos produtos.


