FUP apoia extração na Margem Equatorial
A pesquisa e exploração de petróleo em nossa Margem Equatorial – do Amapá ao Rio Grande do Norte – gerou debate dentro do próprio Governo. Lula chamou de “lenga-lenga” como critério do Ibama para liberar a perfuração de um poço explorado em águas profundas, a 100 quilômetros da costa amapaense e a 500 da foz do Amazonas. Também defendem mais rapidez a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros, Deyvid Bacelar.
Deyvid falou à Agência Sindical. Principais trechos:
Licença – “Equívoco o Ibama não dá licenciamento ambiental pra perfuração desse poço pioneiro. A chance de se encontrar petróleo ali é muito grande. Estudos geológicos estimam que uma área teria 30 bilhões de barris. Caso a reserva seja fechada, o Ibama fará novas exigências para a atividade de exploração. Estima-se que a produção só começaria em cinco ou seis anos. Foto: Deyvid e Lula.
Ação sindical
Mato Grosso pleiteia aumento
O Sindicato dos Frentistas deu início à Campanha Salarial. Data-base 1º de março. Primeira reunião com o
patronal ocorreu dia 18. As partes voltam a se reunir após o Carnaval.
Sindicato, com 25 mil na base, pleiteia reajuste salarial de 10%, aumento semelhante na cesta básica e também plano de saúde aos trabalhadores. No encontro inicial, o setor patronal ofereceu 5% de reajuste salarial e rejeitou outras reivindicações.
Opinião
Presidente Lula precisa fazer política
“Vou meter minha colher em panela que não é do meu cozido. Tem causado comoção e provocado uma penca de opiniões a publicação pelo DataFolha de pesquisa em que, de maneira abrupta e alargada, a aprovação de Lula desaba e a desaprovação cresce, superando a primeira e abrindo entre os que acham “ruim/péssimo” e os que acham “ótimo/bom” um fosso de 17 pontos.”
João Guilherme Vargas Netto. Consultor de entidades sindicais de trabalhadores.
Vídeo
História de luta e greve nos Correios
Ronaldo Leite, da Findect e CTB, relembra a trajetória de luta da categoria. Dia 14 de agosto de 1979, em MG, os trabalhadores se juntaram a outras categorias, cruzaram os braços e enfrentaram o regime que negava até o direito de se sindicalizar. Começava novo capítulo na luta dos trabalhadores. Vale assistir!


