Sinthoresp debate aplicação da 5×2
O sindicalismo que por em prática a Emenda 141, que acabou com a escala 6×1 e reduziu a jornada pra 40 horas semanais, em duas fases. Trabalhadores no comércio e serviços serão os mais beneficiados. Caso da base do Sinthoresp, ou seja, hotelaria e da gastronomia, em São Paulo e região.
A entidade promove hoje (4) o I Simpósio Sinthoresp, com o tema “Fim da Escala 6×1 – Início de uma Vida Além do Trabalho”. No Hotel Leques Brasil, Liberdade, SP, com participação presencial e transmissão on-line.
Dirigente – Rubens Fernandes da Silva, vice do Sinthoresp, falou à Agência Sindical . Ele explica: “O Simpósio surgiu da necessidade de aprofundar o debate sobre a Emenda 141 e seus reflexos nas relações de trabalho. Há dúvidas de empresários, trabalhadores, ou seja, demandas de todas as partes”.
O objetivo, segundo ele, é “oferecer orientações para que trabalhadores e empregadores compreendam as mudanças e se preparem para a nova realidade”. Outro ponto importante é quanto às folgas das trabalhadoras.
Pela CLT, a mulher tem, no mínimo, dois domingos de descanso por mês.
“Com a reorganização das escalas, será necessário discutir como garantir esse direito e conciliar a aplicação das novas regras”, comenta Rubens Fernandes.
Sindicalistas – Encontro reunirá representantes de trabalhadores e empregadores de gastronomia, turismo e hospitalidade. Abertura, Rubens Fernandes da Silva, vice do Sinthoresp. Moderação por César Granieri, gerente-geral do Jurídico da entidade.
Também participarão autoridades do Poder Judiciário.
Engenheiro escreve
Artigo de Murilo Pinheiro, presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo e da Federação Nacional (FNE): “Enfrentar as práticas discriminatórias no trabalho e pacificar o País”.
O texto reafirma o compromisso do Sindicato com a livre manifestação de pensamento e as preferências partidárias.
Diz o artigo: “O SEESP, representante legítimo dos cerca de 370 mil engenheiros do Estado de São Paulo e sem nenhuma vinculação político-partidária, alinha-se ao combate a qualquer tipo de prática discriminatória, inclusive assédio eleitoral”.
Murilo alerta: “Notícias dão conta de salto alarmante no volume de denúncias, em comparação com períodos anteriores”.


