Sobre o segundo turno – Opinião Miguel Torres

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No dia 29, último domingo do mês de novembro, voltaremos às urnas para escolher os prefeitos nas cidades com segundo turno.

Em São Paulo, a cidade com o terceiro maior orçamento do País (abaixo somente do Estado de SP e da União), disputam pelo PSDB o atual prefeito Bruno Covas e pelo PSOL o Guilherme Boulos, conhecido líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

Os candidatos a vice nas duas chapas são: o vereador Ricardo Nunes, do MDB, com Covas, e a deputada federal Luiza Erundina, também do PSOL, que compõe a chapa com Boulos. Vale lembrar que Erundina já foi prefeita da capital paulista entre 1989 e 1992.

Avaliar em quais partidos os candidatos estão filiados e como estes partidos têm atuado nos parlamentos municipais, estaduais e federais são parâmetros importantes para os eleitores escolherem de que lado vão ficar.

Sempre lembrando que os prefeitos têm força política e, assim como os governadores e presidentes da República, costumam influenciar decisivamente os votos dos deputados, senadores e vereadores.

O movimento sindical, a classe trabalhadora e as comunidades, que lutam por emprego, renda, trabalho decente, justiça social e melhorias urbanas nos bairros populares e nas periferias, precisam continuar fazendo esta reflexão nesta semana, participando das eleições e incentivando a ida de todos às urnas.

Depois devemos angariar forças para cobrar dos eleitos tudo o que prometeram em suas respectivas campanhas e aquilo que, mesmo não fazendo parte de seus projetos originais, são essenciais para um futuro melhor e mais próspero para os cidadãos e cidadãs.

A luta faz a lei!

 

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