A independência e o independente

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Setembro lembra independência e toda a responsabilidade que ela acarreta. O Brasil, ironicamente, tornou-se independente pelo próprio colonizador ou por um de seus filhos.

Sem ter tempo para esclarecimentos, a verdade é que foi um português que, com o Independência ou Morte, criou uma ruptura com a Corte.

Daqui a um ano, poderemos estar comemorando o bicentenário dessa gloriosa data. Interessante que pouco ou quase nada se fala sobre o honroso feito.

Entretanto, também pouco homenageados são os centenários de Paulo Freire e de Paulo Evaristo Arns, por serem defensores da igualdade, do equilíbrio social, da independência cultural, da reforma educacional com respeito à diversidade de cultura e de um Brasil realmente livre.

Nasceram em um mesmo setembro, um em Recife/PE e ou outro de Forquilhinha/SC, e deixaram marcas de seu trabalho e seus ensinamentos por onde passaram, referenciados pelo mundo e pouco lembrados por nós, seus compatriotas.

Ozires Silva, tenente-coronel da FAB, que ajudou a fundar e presidiu a Embraer, conta que o brasileiro é contra seus ídolos (link abaixo), haja vista não termos nenhum Prêmio Nobel na Academia. Concluiria dizendo: temos que manter nossa memória viva.

Somos aquilo que construímos e nossas obras escancaram aquilo que vivemos e deixamos de ensinamentos.

Sejamos independentes em nossas ideias e conquistaremos um Brasil melhor.

Professor Oswaldo Augusto de Barros
Coordenador do FSTCNTEECFEPAAE

Acesse – https://fstsindical.com.br/novo/

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