21.3 C
São Paulo
sexta-feira, 16/01/2026

Motoristas de SP pedem 100% da frota em circulação na pandemia

Data:

Compartilhe:

Com a flexibilização da quarentena anunciada pelo prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), motoristas e cobradores passaram a enfrentar uma situação perigosa em meio à pandemia do novo coronavírus, devido à superlotação nos transportes públicos.

O presidente do Sindicato da categoria (Sindmotoristas), Valmir Santana da Paz (Sorriso), alerta que o aumento de pessoas nos ônibus eleva o risco de contágio, podendo contribuir para uma nova explosão de casos da Covid-19. “Temos exigido e cobrado da Prefeitura e dos empresários as ações pra garantir a segurança dos trabalhadores e da população. Milhares de vidas humanas estão em jogo”, afirma.

Protestos – O Sindmotoristas tem inclusive realizado atos nos terminais, a fim de alertar os usuários para a situação. Portando faixas, os condutores fizeram manifestações na tarde da terça (9) nos terminais de ônibus mais movimentados da cidade de São Paulo. A categoria cobra que toda a frota seja colocada em circulação, para evitar que os coletivos percorram as linhas superlotados.

Trabalhadores e passageiros enfrentam coletivos com superlotação

Luiz Gonçalves (Luizinho), presidente da Nova Central São Paulo e também diretor do Sindicato, reforça a principal reivindicação da categoria: 100% da frota nas ruas. “Um veículo tem que sair do terminal com passageiros sentados e outro vazio, para embarcar as pessoas que estão nos pontos.

online pharmacy buy amoxicillin no prescription pharmacy

Não adianta ele sair apenas com passageiros sentados e embarcar outros tantos no trajeto”, argumenta.

online pharmacy buy azithromycin no prescription pharmacy

O dirigente explica que o Sindmotoristas defende ainda a implantação de proteção de acrílico pra separar motoristas e cobradores dos passageiros.

online pharmacy buy orlistat no prescription pharmacy

Sindicalistas têm fiscalizado a saída dos ônibus das garagens pra verificar se o uso de Equipamentos de Proteção (EPIs) está sendo adotado corretamente. Luizinho comenta: “Tudo isso representa um custo que nem a Prefeitura nem os empresários estão dispostos a pagar. Quem paga são os trabalhadores e a população, expostos à contaminação em coletivos lotados”.

Frota ampliada – Os protestos da categoria tiveram como primeiro resultado o aumento do número de veículos em circulação. A partir da quarta (10), o sistema passou a contar com 92,31% da frota habitual de antes da pandemia. Segundo a SPTrans – São Paulo Transporte, gerenciadora do sistema, são 945 ônibus a mais em circulação.

Com isso, o número total de veículos nas ruas subiu para 10.123. Segunda (8), foram colocados 9.178 veículos em circulação ou 71,62% da frota operacional nos dias úteis pré-quarentena. Na sexta (5), circularam 8.394 veículos (65,5% da frota de ônibus da capital paulista de um dia útil de antes da pandemia).

Conteúdo Relacionado

SindForte divulga conquistas e chama eleições

Diretores do SindForte, Sindicato que representa trabalhadores no transporte de valores e escolta armada, já distribuem nas bases o mais recente jornal “Transporte Forte”....

Frentistas de SP definem e encaminham pauta

Quarta (14), os 18 Sindicatos de trabalhadores em postos de combustíveis do Estado de São Paulo reuniram-se na Federação paulista (Fepospetro) para definir a...

SECSP participa de ação social na Vai-Vai

No próximo dia 17, o Sindicato dos Comerciários de São Paulo estará presente em uma grande ação social promovida pelo projeto PASSOS (Projeto de...

Artur propõe unidade sindical nas eleições

O sindicalismo está preocupado com as eleições deste ano. Para tanto, já se mobiliza visando conter o avanço da direita, do bolsonarismo e de...

Manoel Fiel Filho será homenageado em ato

No próximo dia 19 (segunda-feira), um grande evento reunirá sindicalistas, entidades e ativistas pró-democracia para homenagear Manoel Fiel Filho, trabalhador metalúrgico assassinado há 50...