Forte participação deve marcar o 7 de Setembro

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Nem tropas, nem balizas, nem veículos militares. Os atos do 7 de Setembro deste ano serão marcadamente cívicos, com forte participação sindical, de movimentos populares e entidades do campo progressista, focadas num item principal: defesa da soberania nacional.

Essa defesa, afora o fato de ser princípio para os setores progressistas da sociedade, ganhou em indignação, este ano, devido ao tarifaço, imposto por Donald Trump, de 50% sobre produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos. Esse ataque fez o sindicalismo e outros movimentos organizar atos em todo o País, cujo ápice será o Ato em Defesa da Soberania, domingo, na Praça da República, Centro de São Paulo.

Categorias – Durante a semana, a Agência Sindical entrevistou metalúrgicos, químicos, comerciários, professores, além de movimentos populares, como o tradicional “Grito dos Excluídos”, que ocorre a cada Dia da Independência.

Clemente Ganz Lúcio, coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, avalia que os movimentos têm se empenhado para os atos da República, São Paulo, e outras manifestações pelo País. Ele diz: “A uma convergência de pautas. Porém, a forma varia por vários fatores, como alguma demanda localizada, a depender de recursos financeiros e condições locais”.

Professores – Delegações da rede privada, na Capital e em diversas regiões do Estado, confirmam presença no Ato pela Soberania Nacional, 7 de Setembro, domingo, na Praça da República, Centro de São Paulo.

Para o diretor do Sinpro-SP, professor de História Ailton Fernandes, “o educador lida diariamente com o tema soberania, na medida em que ensina a respeito dos nossos fatos históricos e busca disseminar a valorização da cultura nacional, que nos dá identidade enquanto povo”.

O Sinpro-SP confeccionou materiais para o evento do dia 7, que também terá um balão da entidade. Até o final da tarde de sexta (5), o Sindicato disponibilizou em sua sede bottons e camisetas ao professorado

Interior – Mara Kitamura é presidente do Sinpro-Sorocaba, que irá à República com um grupo de dirigentes. Ela critica as agressões de Donald Trump e conclama a população, em geral: “Não podemos aceitar intromissão externa em questões de interesse nacional”.

Apeoesp – O Sindicato dos Professores da Rede Pública do Estado de São Paulo deve mobilizar 50 professores para a manifestação na Praça da República. Já a Central CTB deve concentrar esforços no Estado da Bahia, onde tem uma base mais forte.

MAIS – Sites das Centrais, Sindicatos, UNE, CTB, MST e outras entidades.

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