Trabalhadores da limpeza urbana, ou seja, garis, margaridas e coletores, realizaram paralização conjunta de 24 horas dia 15. Eles somam mais de 1,1 milhão, ligados a Sindicatos, Contracs, Confetam e outras entidades. Os trabalhadores exigem à aprovação no Senado Federal do PL 4.146/2020, que fixa o Piso Nacional da categoria, no valor de R$ 3.036,00. Atos, protestos e mobilizações nos locais de trabalho e em frente a órgãos públicos tiveram objetivo de pressionar o Senado a votar o projeto ainda neste ano.
Parado – O projeto aprovado na Câmara de Deputados se encontra parado no Senado, e o presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) ainda não deu admissibilidade nem caráter de urgência, apesar dar 60 assinaturas de senadores.
Situação – Muitos trabalhadores do setor são terceirizados e recebem até abaixo do salário mínimo, trabalhando em condições insalubres, debaixo de sol e chuva. As demandas do projeto lei são regulamentação da profissão, jornada de 40 horas semanais, adicional de insalubridade de 40%, aposentadoria especial após 25 anos de contribuição, mais vale-alimentação, cesta básica e plano de saúde.
Prefeituras – Há resistência por parte da Frente Nacional dos Prefeitos, que alega custo de mais R$ 3,5 bilhões/ano. Porém, os Sindicatos argumentam que a União pode utilizar recursos do Fundo Social para compensar Estados e Municípios.
A mobilização buscou valorizar uma categoria essencial para a saúde pública e funcionamento das cidades, que enfrente salário baixo e alta exposição a riscos. A luta pelo Piso profissional acontece desde 2019.
Mais: CUT – https://www.cut.org.br
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