O sindicalismo intensifica as mobilizações a fim de pressionar o Senado a aprovar a PEC que acaba com a escala 6×1 e estipula em 40 horas a jornada semanal – hoje é de 44 horas, segundo a Constituição.
O movimento sindical aposta em atos públicos e o principal dele vai acontecer na sexta, dia 30, no Vão Livre do Masp, na avenida Paulista, às 18 horas. Haverá atos em outras cidades e regiões do País.
A manifestação dia 30 precede dois eventos previstos para Brasília. A audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e o encontro dos sindicalistas com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (PP-AP), ambos para o dia 1º, quarta-feira.
Base – Ao mesmo tempo, as entidades de classe intensificam as ações em portas de fábrica e outros locais de trabalho, visando mobilizar as categorias em torno das bandeiras da jornada de 40 horas e fim da escala 6×1.
Mídia – O comando das Centrais prepara uma abordagem mais direta ou mesmo inserções de manifesto em veículos da grande imprensa. O objetivo é reforçar a presença sindical, e suas bandeiras, no momento decisivo de debate a votação da PEC no Senado.
CUT – Sérgio Nobre, presidente da CUT, afirma: “A redução da jornada é pauta histórica do movimento sindical e, agora, estamos a um passo de garantir essa vitória, daí a importância de um grande Dia Nacional de Mobilização. Os trabalhadores nas ruas vão pressionar o Senado a aprovar a PEC da redução da jornada para 40 horas e o fim da desumana escala 6×1”.
Para o presidente da Central, “é muito importante que os Sindicatos, as bases das Centrais estejam nas ruas no dia 30 de junho”.
Sérgio Nobre observa: “Junto com os movimentos sociais, vamos pressionar senadores, como fizemos com deputados. Foi com pressão que conseguirmos a aprovação da proposta na Câmara, por ampla maioria. Será com pressão que venceremos também no Senado, onde temos feito o trabalho institucional. A aprovação da redução da jornada será um marco para a classe trabalhadora”.
MAIS – Sites das Centrais, Diap e Senado Federal.









