Engenheiros de SP votam unidos de 7 a 9 de abril
Eleições no Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, com 60 mil sócios, acontecem entre dias 7 (a partir da meia-noite) e 9 (até 18 horas). Chapa única, “Trabalho-Integração-Compromisso”, é encabeçada pelo atual presidente, Murilo Pinheiro. Pleito será online e vai eleger direção para a gestão 2026-2029. Pode votar quem se associou até 31 de dezembro de 2024 e está em dia com a entidade.
Murilo valoriza a unidade construída. Ele diz: “Nosso trabalho tem uma só direção, que é a defesa do engenheiro, com mais qualidade de vida. A Engenharia unida deve ser uma bandeira não apenas dos Sindicatos, mas da academia, das empresas, das associações e dos conselhos. Só dessa forma vamos aprimorar nossa contribuição para o desenvolvimento do País”.
Ação sindical
Sindcine define pauta
Em assembleia segunda (31), o Sindcine definiu a pauta de reivindicações que será enviada ao setor patronal. Entidade representa cinco mil técnicos audiovisuais nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e DF.
Objetivo é obter uma boa Convenção Coletiva 2025-26. Data-base é 1º de maio. Reivindicações aprovadas: reajuste salarial pelo INPC mais 8%, repercussão do reajuste em todas as cláusulas econômicas e aumento do vale-refeição de R$ 40,00 pra R$ 45,00.
Opinião
Volta da viagem e 1º de Maio
“Agora que a delegação presidencial em visita ao Japão e ao Vietnã está de volta e cada qual retoma as suas atividades corriqueiras, espero que os três dirigentes sindicais convidados preparem em conjunto, ou individualmente, um balanço da viagem, com as muitas reuniões e negociações políticas acontecidas.”
João Guilherme Vargas Netto. Membro do corpo técnico do Diap e consultor sindical de entidades de trabalhadores.MAIS
Vídeo
Metalúrgicos do RS contra assédio
Trabalhadores da Viemar, fábrica de autopeças na região metropolitana de Porto Alegre, aprovaram estado de greve quarta, 2. Sindicato denunciou ao Ministério Público práticas de assédio moral. Estopim foi demissão de dirigente sindical que questionou chefia. Caso empresa não abra negociação, greve deve ser deflagrada por assembleia semana que vem.


