UGT propõe Contribuição contra a Fome

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Central propõe Contribuição contra a Fome
Recursos viriam de taxa incidente na movimentação financeira

Ante o avanço da crise, agravada pela Covid-19, a União Geral dos Trabalhadores vai encaminhar ao Congresso Nacional proposta de criação, urgente, da Contribuição Social contra a Fome (UGT Contra a Fome). A ideia é a ICF vigorar enquanto durar a pandemia.

O estudo foi coordenado por Roberto Santiago, vice da Central e ex-deputado federal. O documento mostra que, em 2020, cerca de 53% dos brasileiros não comeram em quantidade e qualidade suficientes. Para 44%, a carne já não faz mais parte do cardápio.

Santiago diz: “Não estamos falando de escassez de alimentos, mas sim de acesso a alimento e falta de renda. É desumano, porque, em 2020, o Brasil se destacou no crescimento de bens de luxo, como veículos Porsche, cujas vendas subiram 30%”.

Parâmetros – O ICF propõe taxar em 0,02% a movimentação financeira. O estudo leva em conta dados do Banco Central de que 1% de taxação aportaria R$ 12,5 bilhões ao Estado.

Segundo o estudo ugetista, R$ 4,6 bilhões por mês seriam suficientes pra adquirir 20 milhões de cestas básicas.

O valor seria exclusivo à aquisição de alimentos. A fim de agilizar a gestão dos recursos, a proposta prevê parceria com empresas do segmento de vale-alimentação ou VR.

A proposta ugetista será por Projeto de Lei à Câmara pelo deputado federal e presidente da Federação dos Comerciários do Estado de SP, Luiz Carlos Motta.

Mais – Acesse o site da UGT

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