Miguel vê reforço nas mobilizações
No início da noite de ontem, 12, a Agência Sindical falou com Miguel Torres, metalúrgico de SP e presidente nacional da Força Sindical. Aliado de Lula desde a primeira hora, ele aponta duas tarefas urgentes para as direções sindicais e as categorias profissionais. Uma é, ainda nesta semana, obter a aprovação do fim da escala 6×1. Outra tarefa é chegar à eleição, dia 25, com o sindicalismo unido e mobilizado.
Miguel adianta: “A partir de terça, as direções sindicais fincam pé em Brasília e atuam junto a todos os partidos num corpo a corpo para que a PEC 221 seja votada, com a matéria aprovada ainda nesta semana”.
A segunda tarefa é eleitoral. Miguel Torres vê engajamento mais forte e mais ações nos locais de trabalho nas Capitais. Porém, ele orienta, “é preciso também reforçar o corpo-a-corpo no Interior de São Paulo e do País”.
As duas tarefas não são fáceis. O presidente da Força, contudo, acredita que a palavra dada por Davi Alcolumbre, presidente do Senado, será mantida. Ou seja, levar a PEC 221 a voto o mais rápido possível, “de preferência até esta quinta-feira”.
Os últimos 10 dias foram de constantes reuniões de cada Central – a direção nacional das entidades e também as executivas estaduais ou regionais. Miguel Torres afirma: “Discutimos o que era pra ser discutido, ouvindo as contribuições dos companheiros. Agora, no que diz respeito à votação da PEC e principalmente quanto à campanha pela reeleição do companheiro Lula é fazer, fazer e fazer”.
Riscos – Para o presidente da Força Sindical é preciso que as direções levem aos trabalhadores a mensagem de que Flávio Bolsonaro tem um programa radical contra os direitos trabalhistas e previdenciários. “O risco de perdas é real e muito grave”, ele adverte.
MAIS – www.fsindical.org.br e demais Centrais.




