Movimento sindical protesta no Starbucks

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Quinta (17), dirigentes da UGT, Sindicato dos Comerciários de São Paulo, União Internacional dos Trabalhadores na Alimentação, Agricultura, Hotéis, Restaurantes, Catering, Tabaco e Aliados (UITA/IUF) e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio da CUT (Contracs) promoveram uma série de protestos em apoio aos empregados da rede Starbucks. As manifestações ocorreram na Capital paulista e em Brasília.

O foco central foi de exigir o fim da perseguição sindical nas unidades da empresa.

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Além disso, os protestos marcaram o Dia Internacional de Ação dos Trabalhadores de Fast-Food, data em que, todos os anos, a UITA organiza atos em defesa dos direitos trabalhistas nas lojas do ramo.

Segundo Rafael Guerra, que coordena a campanha Sem Direitos Não é Legal, esse é um marco importante para a conscientização dos trabalhadores em redes de fast-food. “Para combater práticas abusivas, é essencial que o trabalhador esteja bem informado sobre quais são os canais de denúncia, o que caracteriza uma violação trabalhista e a quem recorrer para pedir ajuda”, afirma.

Crescimento – Desde 2014, empregados do setor de todo o mundo têm unido forças em uma crescente campanha internacional. Durante a pandemia, o Starbucks e outras empresas viram aumento nos lucros, enquanto os trabalhadores lutavam para sobreviver.

Nos Estados Unidos, funcionários da rede procuraram organizar Sindicato para exigir melhores condições de trabalho, segurança e salários dignos. Em resposta, o Starbucks promoveu agressiva campanha antissindical.

Outros – Além da rede famosa pela venda de café, o McDonald’s também tem agido de forma prejudicial para alguns funcionários. Em julho de 2022, foi aberto inquérito civil na Procuradoria Regional do Trabalho da 12ª Região, em Florianópolis (SC), após determinação do Procurador do Trabalho Luiz Carlos Ferreira.

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A denúncia aponta que gerentes ameaçavam subordinados de demissão caso fossem pegos em contato com o Sindicato ou movimentos de conscientização e combate ao assédio, como representantes da campanha Sem Direitos Não é Legal.

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No momento, as partes aguardam audiência. O Sindicato dos Trabalhadores em Turismo, Hospitalidade e de Hotéis, Bares e Similares (Sitratuh) de Florianópolis representa os empregados.

MAIS – Site da UGT.

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