Em São Paulo, ainda que debaixo de forte chuva, mulheres de diversos setores realizaram ato alusivo ao Dia Internacional da Mulher, 8 de Março. Cerca de cinco mil pessoas se mobilizaram na Avenida Paulista, SP. Houve atos em Capitais e diversas outras cidades brasileiras.
Entidades sindicais e organizações civis, como Apeoesp, Bancada Feminista, CUT, CTB, PT, União Nacional por Moradia Popular, SimproSP, Metalúrgicos de Guarulhos e Movimento de Mulheres Olga Benário cobraram mais combate ao feminicídio e também criticaram a escala de trabalho 6×1.
A metalúrgica Roseli Lima, coordenadora do Departamento Feminino da entidade guarulhense, afirma: “Só no Estado de São Paulo foram mortas 270 mulheres em 2025. Queremos mulheres ativas, mulheres vivas!”
Sapatos – As manifestações foram diversas. Numa delas, as mulheres posicionaram sapatos femininos na Avenida, representando vítimas de feminicídio.
Debate – Esta semana ainda repercutirá o 8 de Março, Dia Internacional da Mulher. Haverá eventos e seminários com ênfase na temática feminina e atenção especial quanto ao aumento nos casos de feminicídio.
Patrões – Enquanto trabalhadoras e trabalhadores vão à luta em defesa das mulheres, entidades empresariais se limitam a publicar mensagens anódinas nas redes sociais. Porém, vale lembrar que, pela Constituição, “a empresa tem função social”.
MAIS – Sites sindicais.









