Sindicatos e Centrais participaram na manhã de terça (17) da manifestação “Menos juros, mais empregos”, convocada pela Força Sindical, CUT, UGT, CTB, CSB e Nova Central Sindical. Ato ocorreu em frente ao Banco Central, na Avenida Paulista, SP.
Protesto coincide com dia da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que decidirá se mantém ou altera a taxa básica de juros (Selic), atualmente em 15% ao ano.
O atual patamar elevado da Selic afeta o crédito e atrasa o crescimento econômico. “Juros altos encarecem o crédito, afetam o setor produtivo, atrapalham a geração de empregos e retardam investimentos. A política monetária lesa o povo e a Nação”, afirma o metalúrgico guarulhense Célio Malta.
Para o sindicalismo é inaceitável a taxa praticada pelo Banco Central, que emperra o crescimento, prejudicando, principalmente, a classe trabalhadora. “Juros baixos e mais empregos: é isso que o Brasil pede e clama”, afirma a palavra de ordem dos dirigentes.
Silêncio – As entidades de trabalhadores saem às ruas e protestam. Já a classe patronal não dá nem um pio sobre a Selic abusiva.
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