O município de São Paulo tem cerca de 20 mil Professores e Técnicos Administrativos no Superior, do Ensino Privado. A data-base é 1º. de março. A campanha vive uma fase de impasse devido ao comportamento patronal. Quinta-feira haverá assembleia estadual e os profissionais podem decretar greve.
A Agência Sindical ouviu Celso Napolitano, presidente do SinproSP. Segundo o professor, além da falta de uma proposta consistente, o patronato quer cortar direitos.
Ele explica: “As mesas de negociações, em todo o País, foram tomadas pelos grandes conglomerados, as S.A. da educação privada. Elas querem expandir seus negócios à base do arrocho dos professores e corte de direitos”.
A Convenção Coletiva do setor garante convênio médico e também acesso gratuito às escolas pelos dependentes dos funcionários. Segundo Celso Napolitano, “o sindicato patronal quer cortar o direito do filho do trabalhador frequentar gratuitamente a escola e também substituir o convênio por um abono mensal de R$ 200,00”.
A assembleia da quinta, dia 14, será remota, a fim de que possam participar todos os 25 Sindicatos integrantes da Federação – Fepesp. As mantenedoras são representadas pelo Semesp. O patronato, segundo o presidente do SinproSP, recusa todas as formas de conciliação ou a própria mediação do Tribunal Regional do Trabalho.
Nos demais segmentos, incluindo ensino básico, Sesi, Sesc, Senai e Senac, os acordos coletivos estão fechados, com aumento real de 1,5% mais pagamento de Participação (PLR) de 18%.









