Sexta-feira, dia 4, as Centrais Sindicais se reuniram na UGT, em São Paulo, para tratar da pauta referente à PEC 221, que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada para 40 horas semanais. A matéria já foi aprovada na CCJ do Senado. Agora, o esforço dos dirigentes é para que o voto em plenário aconteça logo após as eleições, em 4 de outubro.
Clemente Ganz Lúcio é o coordenador do Fórum das Centrais. Segundo informa, “o movimento sindical vai manter a pressão pela votação em plenário, mesmo porque essa foi também a posição anunciada por Davi Alcolumbre, presidente do Senado”.
O movimento do sindicalismo vai ganhar fôlego em duas vias. Nos locais de trabalho e terminais de transporte (locais de grande concentração popular), como também por meio de diálogo e articulação junto aos senadores e lideranças partidárias.
Candidatos – O sindicalismo também quer levar para dentro das campanhas eleitorais, proporcionais ou majoritárias, as bandeiras das 40 horas e pelo fim da escala 6×1. A ideia é dar mais peso e densidade nas campanhas dos candidatos a essa demanda do conjunto da classe trabalhadora.
Tudo o que o sindicalismo não quer é trazer para dentro do movimento a crise de Brasília e a confusão institucional, geradas por problemas e choques no âmbito do Supremo Tribunal Federal. Caso as entidades tenham que se manifestar, adianta Clemente Ganz, “será sempre no sentido de fortalecer as instituições, tendo em vista a necessidade da transparência e ética na conduta da função pública”.
MAIS – Sites das Centrais Sindicais e do Diap









