Sindicalismo entra com força na campanha
Na reta final das eleições, o sindicalismo entra com tudo na campanha pró-reeleição de Lula. Várias iniciativas marcam essa tomada de posição. Uma delas aconteceu na manhã desta quarta, em São Paulo, na sede da UGT. Dirigentes de Centrais e assessores das entidades debateram meios de fortalecer a campanha de Lula. Há críticas.
Para Sérgio Nobre, presidente nacional da CUT, é importante falar do passado e comparar governos. Ele diz: “Mas a campanha precisa falar de futuro e dizer o que um próximo governo Lula tem a oferecer pela melhoria na qualidade de vida das famílias, na proteção aos idosos, no estímulo ao empreendedorismo dos jovens”.
UGT – Ricardo Patah, presidente da Central, deu conta das medidas adotadas pela Central, a fim de mobilizar suas regiões e também ampliar o diálogo com os trabalhadores nas bases. Ele defende que, afora os avanços gerais obtidos, sejam gravados vídeos específicos por categorias e grupos sociais, como as mulheres, por exemplo.
Materiais – Os dirigentes pedem mais material de campanha e também abertura de diálogo com o comando de comunicação pela reeleição de Lula (“muito fechado”, reclamam). Há uma aposta na eficácia dos vídeos nas redes sociais, pois esse tipo de material tende a gerar engajamento. O presidente da TVT, Maurício Júnior, mostrou os vídeos que engajam pouco e aqueles que geram pouco interesse.
Corpo-a-corpo – Para os dirigentes, por mais eficazes que sejam, as redes sociais não substituem o corpo-a-corpo e o diálogo com o eleitor. Por isso, a orientação da reunião é que os dirigentes das mais diversas categorias desçam às bases pra falar com os trabalhadores e também com a população em geral.
A reunião foi híbrida, com forte presença local e participação de dirigentes de várias regiões do País. Técnicos do Dieese também mostraram números positivos e avanços do Lula 3.
MAIS – Sites das Centrais.




