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quarta-feira, 6/05/2026

A ganância do capitalismo – Artur Bueno de Camargo

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A ganância do capitalismo e de seus aliados não tem limite | O peso das decisões dos poderes depende das tendências daqueles que chegam nestas posições – seja no Executivo, no Legislativo ou no Judiciário.

O ex-presidente Michel Temer e o atual presidente Jair Bolsonaro devem odiar o movimento sindical e a classe trabalhadora. Com o apoio da maioria dos deputados e senadores e a ratificação do STF, aprovaram, em 2017, a Lei 13.467, que foi uma destruição dos direitos dos trabalhaores e uma tentativa de desmontar o movimento sindical.
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Mas acontece que na representação dos trabalhadores existem pessoas comprometidas com as causas das classes representadas, que não desistem nunca da luta e não se calam diante dos ataques.

As tentativas deste atual governo de retirar direitos dos trabalhadores são constantes. Chega a ser nojento quando uma pessoa que ocupou o mais alto cargo no TST usou de sua posição em 2017 para apoiar a destruição de direitos dos trabalhadores e suas representações. Não se dando por satisfeito, o dito cujo, ex-juiz do TST, senhor Ives Gandra, passou a fazer parte de um Grupo de Altos Estudos do Trabalho (GAET), criado por este governo, que acaba de formular um novo ataque aos direitos dos trabalhadores.
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Desta vez os ataques vão desde o não reconhecimento do vínculo empregatício dos prestadores de serviços, como tirar o direito dos trabalhadores em folgar aos domingos, responsabilizá-los quando sofrerem um acidente de trabalho sem uso de equipamento, limitar o sindicato a ajuizar processo na condição de substituto processual, descaraterização do sistema confederativo, permissão de sindicato por empresa, entre outros ataques.

Companheiros e companheiras sindicalistas, esta proposta se encontra no Conselho Nacional do Trabalho, órgão tripartite, vinculado ao MTP – Ministério do Trabalho e Previdência. Precisamos identificar quem são os representantes dos trabalhadores neste conselho para discutirmos estratégias de ações e resistência.

Entre em contato com a central sindical de sua entidade para fazer esta discussão.
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Esta é uma luta de classe.

A nossa unidade garante a vitória da classe trabalhadora.

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