Os trabalhadores informais, MEIs, desempregados e mães chefes de família que foram aprovados pela Caixa Econômica Federal para receber o Auxílio Emergencial terão a sexta parcela depositada automaticamente.

A nova parcela do benefício, porém, será de R$ 300,00 conforme dispõe a Medida Provisória 1.000/2020. Apesar da determinação de mais quatro parcelas nesse novo valor, diferente dos R$ 600,00 aprovados pelo Congresso Nacional, apenas os que foram aprovados no mês de abril receberão mais quatro pagamentos. Quem foi aprovado no programa apenas em julho, por exemplo, só receberá mais um depósito.

De acordo com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), esse valor não é o suficiente, “mas ajuda”. A desculpa para a diminuição no valor do benefício é que o governo não teria como sustentar o valor original até o final do ano, que é quando se encerra o decreto de calamidade pública.

Sindicalismo – Para Miguel Torres, presidente da Força Sindical, o Auxílio Emergencial deve permanecer em R$ 600,00 para movimentar a economia, principalmente dentro das comunidades. “As pessoas não colocam esse dinheiro na poupança ou compram ações. Elas usam esse dinheiro pra comer”, alerta.

Miguel afirma que a luta no Congresso Nacional é para que seja votada a MP 1.000/2020 e que se mantenha o valor original do benefício. “Agora, com o arroz a R$ 30,00 o pacote e o feijão a R$ 20,00, a pancada nos trabalhadores será muito maior. Temos que fazer esse Auxílio Emergencial, no mínimo, de R$ 600,00 até dezembro”, explica.

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