Bandeiras fortes, mas 1º de Maio fraco

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Com público muito abaixo do esperado aconteceu nesta quinta em São Paulo o Ato Unificado do Dia do Trabalhador. A manifestação foi marcada por bandeiras fortes, sobretudo jornada de 40 horas, fim da escala 6×1 e isenção de impostos para salários até R$ 5 mil.

A Agência Sindical cobriu o evento e ouviu sindicalistas e autoridades. Para Ricardo Patah, presidente da UGT, reivindicações como fim da escala 6×1, isenção do IR nos salários e igualdade entre homens e mulheres saem fortalecidas.

A ministra Cida Gonçalves, titular da Pasta das Mulheres, apontou avanços nas políticas públicas do governo. Ela também defendeu ações articuladas com o sindicalismo. A ministra diz: “Quanto mais levarmos essas bandeiras para a base da sociedade, mais chances teremos de avançar”.

Para Josinaldo José de Barros (Cabeça), presidente dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região, o Ato do 1º de Maio reafirma a força da democracia. Ele comenta: “A classe trabalhadora avança sempre que a democracia é respeitada na prática”.

Articulação – João Carlos Gonçalves (Juruna) é secretário-geral da Força Sindical. Para o dirigente, o esforço por unidade deve ser permanente. Afirma o forcista: “Atos públicos, manifestações unitárias e massificação das nossas pautas nos ajudam na articulação por avanços junto ao Congresso Nacional”.

CUT – O ato alusivo ao Dia do Trabalhador aconteceu junto ao Paço Municipal, em São Bernardo do Campo. O site da Central lista eventos em diversas cidades brasileiras.

Música – O pico de público ocorreu durante as apresentações musicais de artistas populares consagrados.

MAIS – Sites da CUT, Força Sindical, UGT, CTB, CSB e Nova Central.

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