22.5 C
São Paulo
sábado, 7/02/2026

Brasil de tristes lembranças!

Data:

Compartilhe:

Fomos sempre tidos, no Exterior, como um País alegre, pacífico e com disposição para recepcionar aqueles que porventura se aventuram a nos visitar.

Eu digo “aventuram” porque, de uns tempos pra cá, a intolerância, a insensibilidade, a ausência de espírito público, entre outras coisas, estão nos levando para o precipício de insanidades.

Estamos, a cada dia, pareando, em comportamento, a países que não têm e nunca tiveram em suas ações o “espírito” da cordialidade, do acolhimento, da boa vizinhança.

Ultimamente, temos vivenciado “barbáries”, que em outros países eram tidas como normais, e contávamos com o respeito de todos por não ter nos contaminado com determinados atos de falta de civilidade, que para barbárie caminhavam ombro a ombro.

O brasileiro vivia sorrindo, mesmo sem ter motivos pra demonstrar todo o seu contentamento. Era uma simpatia natural, que nos servia de elogio a quem nos recebia em seus países ou a quem viesse conhecer nossas belezas.

Quando notícias de extermínio ou ataques a indefesos em escolas ou igrejas ocorriam pelo mundo, o horror parece que tomava conta de nossos sentimentos; hoje, para nossa tristeza, parecem ser naturais, como página de jornais.

No outro dia só servem como o embrulho de coisas banais.

Nossa simpatia sempre nos abriu portas e nos tornou fiéis concorrentes a ser conhecidos como um povo trabalhador e feliz.

Somos o reflexo do que tentam mostrar o que o País é.

Somos mais do que isso: temos que nos erguer contra esse declínio de postura e do posicionamento daqueles que não nos representam.

Somente um País feliz faz com que tenhamos turistas interessados em nos trazer suas riquezas e culturas. Somente um País contagiante terá lugar na luta pelo novo crescimento. Somente nossa união será capaz de reencontrar o caminho pelo qual trabalhamos e sempre sonhamos.

Professor Oswaldo Augusto de Barros
Presidente da NCSTFSTCNTEECFEPAAE

Acesse – https://fstsindical.com.br/novo/

Clique aqui e leia mais artigos de Oswaldo Augusto de Barros

Conteúdo Relacionado

Chega de feminicídio! – Josinaldo José de Barros

No Brasil, o Estado é laico. Isso significa que o poder político e estatal não pode impor um credo nem fazer proselitismo religioso. Essa...

Duas leituras – João Guilherme

Às vezes o excesso de ingredientes (e de ingredientes ruins) azeda o bolo.Foi o que constataram os leitores da versão impressa de O Globo...

Basta de feminicídio e violência contra as mulheres! – Miguel Torres

Recente levantamento do Ministério da Justiça mostra que 2025 foi um ano recorde de feminicídios no Brasil. Ocorreram 1.470 feminicídios, o equivalente a uma...

É urgente reduzir a taxa de juros – Murilo Pinheiro

Na primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em 2026, realizada na quarta-feira (28/01), o Banco Central decidiu manter a Selic em estratosféricos...

Voto, organização e resistência – Eusébio Pinto Neto

A força motriz da nossa economia está nas mãos dos mais de 110 milhões de trabalhadoras e trabalhadores brasileiros. Somos nós que geramos toda...