Ensino superior privado cogita greve

0
4

Segue a luta salarial dos professores e professoras do ensino superior privado paulista. Assembleia dia 14 decidiu manter o estado de greve e ampliar a mobilização. A assembleia deliberou adiar por duas semanas a decisão sobre a paralisação.

Segundo o SinproSP e a Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 98% dos participantes concederam novo prazo pra negociação com o Semesp (sindicato das mantenedoras). A data-limite é 28 de maio, quando acontecerá nova assembleia unificada pra avaliar eventual contraproposta patronal.  Até lá, seguem as visitas a universidades, panfletagens e mobilizações junto aos docentes. Assembleia em caráter permanente deixa a greve na ordem do dia.

A campanha dos professores vive impasse desde abril, quando a proposta patronal foi rejeitada, ensejando o estado de greve. Entre as reivindicações estão reajuste salarial, valorização profissional e manutenção de direitos históricos da Convenção Coletiva.

Até o dia 28, os Sindicatos intensificarão as mobilizações nas universidades e demais instituições, ampliando o diálogo nas bases e as atividades de pressão sobre as mantenedoras.

A campanha salarial enfrenta dificuldades desde o início das negociações. A pauta contém itens que vão de reajuste salarial, valorização profissional a manutenção dos direitos da Convenção Coletiva. Sem acordo, persiste a possibilidade de greve dos docentes.

MAIS – Sinpro-SP e Fepesp.