
Quarta-feira à noite, após a reunião com o Presidente Lula, no Palácio do Planalto, a Agência Sindical ouviu Miguel Torres, presidente da Força Sindical; Ricardo Patah, presidente da UGT, e o líder frentista Luiz Arraes, que coordena o Fórum Sindical dos Trabalhadores – FST.
Os dirigentes fazem avaliação bastante positiva da Conclat 2026, ressaltando dois aspectos, principalmente: a representatividade do ato, com mais de 15 mil participantes, e o encontro com o presidente Lula, que praticamente endossou a Pauta Unificada da Classe Trabalhadora, que lhe foi entregue no Palácio do Planalto.
Força – Miguel Torres: “A Conclat foi grande, forte e representativa. O presidente Lula comentou que essa mobilização precisa continuar pra que o Congresso não retarde a votação das matérias trabalhistas. Lula também falou do potencial eleitoral da classe trabalhadora, orientando para o voto classista. “Não adianta combater o patrão na porta da fábrica e no dia da eleição votar no candidato patronal”.
UGT – “Lula praticamente endossou os principais itens da Pauta Unitária. Ele também falou das medidas já adotadas pelo governo em benefício dos trabalhadores. Disse que não haverá recuos nas medidas e projetos apresentados ao Congresso Nacional. E pediu que o sindicalismo mantenha mobilizações e atos” – Ricardo Patah, presidente
FST – “O encontro com Lula foi muito bom, muito produtivo. O Presidente, de certo modo, atendeu todos os itens da nossa Pauta e ontem mesmo encaminhou a questão quanto ao direito de negociações coletivas para os Servidores Públicos. A Conclat 2026 reforçou a unidade entre as entidades e mostrou que o sindicalismo tem forte poder de mobilização” – Luiz Arraes, dirigente Frentista e coordenador nacional do Fórum Sindical dos Trabalhadores.
Engajamento – Um dos organizadores da Conclat 2026 comenta que houve surpresas positivas, pois até Sindicatos que não haviam feito inscrição marcaram presença no ato em Brasília, dia 15.
MAIS – Sites das Centrais, Diap e Ministério do Trabalho e Emprego.








