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Na UGT, Alckmin reforça laços sindicais

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Geraldo Alckmin é reforço de peso para o sindicalismo e às demandas da Pauta Unitária da Classe Trabalhadora, que será oficialmente entregue aos Poderes, em Brasília, nesta quarta (15), durante a Conclat 2026.

Na manhã da segunda (13), o vice-presidente da República participou de encontro na UGT (União Geral dos Trabalhadores), em São Paulo, no qual falou da conjuntura nacional e de sua posição favorável a diversas reivindicações, entre elas a redução da jornada pra 40 horas, o fim da escala 6×1 e a igualdade de salários e oportunidades entre homens e mulheres.

“O mundo mudou rapidamente, a tecnologia e a própria inteligência artificial estão presentes em amplos setores. Diante disso, não é mais razoável manter jornadas e escalas compatíveis com padrões já superados”, afirmou Alckmin, que também comanda o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

Geraldo Alckmin, que sempre reafirma sua condição de deputado-constituinte, também enfatizou a relação sindicalismo-democracia. Ele diz: “Não existe democracia sem sindicalismo forte. E não existe sindicalismo forte fora do regime democrático”.

O ex-governador paulista critica a falta de diálogo de setores da direita e do empresariado. Ele observa: “Quando há diálogo, todas as partes ganham. Aqui mesmo na UGT, firmamos vários acordos por emprego a fim de manter as atividades para setores industriais em dificuldades, garantindo, ao mesmo tempo, o funcionamento das empresas e o emprego dos trabalhadores”.

Patah – Para o presidente da UGT, Ricardo Patah, a relação dos comerciários e ugetistas com Geraldo Alckmin trouxe ganhos efetivos aos trabalhadores, “que vão desde a fixação do salário mínimo estadual até avanços nas NRs, a fim de garantir mais saúde e segurança nos ambientes de trabalho”.

Eleições – Os oradores chamaram atenção quanto ao peso das eleições de outubro. Para Chiquinho Pereira, presidente dos Padeiros de SP e membro da direção nacional da UGT, “eleger Lula e Alckmin será decisivo, mas muito importante também vai ser a renovação do Congresso Nacional, hoje dominado pelos conservadores e a própria extrema direita”.

Apoio – A continuidade da chapa Lula-Alckmin tem apoio geral no sindicalismo. Ricardo Patah justifica: “Lula e Alckmin representam um projeto civilizado e democrático para o nosso País, ao contrário das outras pré-candidaturas, que são ostensivamente contra o sindicalismo e os direitos”.

MAIS – Sites da UGT, Comerciários de São Paulo, Padeiros e outras entidades de classe. Acesse o conteúdo pelo canal TV Comerciários, no YouTube.

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