É urgente ir às ruas no 7 de Setembro, diz Patah

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Talvez a principal marca de Ricardo Patah, presidente Nacional da UGT, seja o otimismo. O presidente dos Comerciários de SP (mais de 500 mil na base) também possui vigorosa capacidade de trabalho, dedicada, em parte, a viagens, eventos e seminários no Brasil e no Exterior.

Nos últimos dias, afora as mil e uma tarefas com sua base, ele tem se dedicado a atuar junto às direções ugetistas, reforçando a convocação para o Ato Pela Soberania, neste domingo, Dia da Independência, na Praça da República, Centro de São Paulo.

À Agência Sindical, nesta quinta, o presidente da UGT destacou “a necessidade, oportunidade e urgência deste 7 de Setembro”. Patah diz: “É inaceitável que o Presidente de qualquer outro país queira reger a ordem jurídica firmada em nossa Constituição”. Ele reforça o bordão nacionalista: “O Brasil é dos brasileiros”.

Soberania – Nesta quinta (4), a direção dos Comerciários promoveu almoço com 140 comerciários na Zona Sul paulistana, pois a campanha salarial da categoria já está em andamento. “Foi um momento importante pra falarmos da soberania nacional, como também do fim da escala 6×1 e do corte no Imposto de Renda em salários até R$ 5 mil, como o presidente Lula tem defendido”, ele relata.

Mobilização – Além do corpo a corpo na base e do contato permanente com as direções ugetistas, Ricardo Patah confia no potencial de mobilização via redes sociais. Ele diz: “Nossas redes têm crescido, ampliando o alcance da comunicação e do diálogo com os comerciários e a sociedade”.

O tarifaço lesivo de Trump às exportações brasileiras fez piscar o sinal de alerta. Para o presidente da UGT, “ficou claro que a soberania do nosso País precisa ser defendida, com união e civismo, pelo conjunto das entidades sindicais, setores produtivos afetados e das forças políticas nacionalistas”.

Por isso, ele espera um 7 de Setembro amplo, com muitas caravanas sindicais do Interior e da grande São Paulo. Sua expectativa é de um ato grande e representativo. Ricardo Patah comenta: “O povo brasileiro não quer saber de polarização política. As pessoas desejam trabalhar em paz, progredir e construir um futuro melhor para suas famílias”.

Renda – No entender de Patah, uma bandeira forte do 7 de Setembro é o empenho pela aprovação do Projeto de Lei do Presidente Lula, que isenta do Imposto de Renda salários até R$ 5 mil. “Dinheiro no bolso do povo é mais qualidade de vida, mercado interno mais forte e, portanto, maior soberania nacional”, observa.

Sindicatos, Federações, Confederações, Centrais, entidades culturais e movimentos populares estão todos engajados na mobilização para atos do 7 de Setembro, domingo, “do Oiapoque ao Chuí”, garante Patah.

MAIS – Site dos Comerciários de SP, da UGT, Força Sindical, CUT e outras entidades.

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