Dois dias após o 1º de Maio, as Centrais Sindicais se reuniram com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Participaram do encontro virtual CUT, Força Sindical, Nova Central, UGT, CSB, CTB, Pública e Intersindical.

Na pauta, a aprovação imediata das Medidas Provisórias 1.039 e 1.045, que protegem empregos e salários; oferecem apoio a micro e pequenas empresas; e também a elevação do Auxílio Emergencial pra R$ 600,00, enquanto durar a pandemia. Atualmente, o Auxílio, fixado por Bolsonaro, varia de R$ 150,00 a R$ 375,00.

Apesar de reconhecer a importância do pleito, o presidente do Senado não vê como elevar o valor. Segundo Pacheco, não há orçamento pra pagar R$ 600,00.

Miguel Torres, presidente da Força, critica: “É preciso aprovar novo orçamento de guerra. É insano impor teto de gastos enquanto as pessoas passam fome”.

Outra solicitação é a presença de Sindicatos nas negociações do que prevê a MP 1.045. “Tem muito trabalhador perdendo direito. É fundamental a ação sindical nas negociações”, defende José Reginaldo Inácio, presidente da Nova Central.

GT – O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, apoia a criação de um Grupo de Trabalho pra discutir medidas de proteção ao emprego, renda e à indústria é visto como avanço pelos sindicalistas. O GT, que também tem apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira, deve contar com senadores, deputados, representantes dos trabalhadores e também dos empresários.

As Centrais vão continuar articulando no Senado. “Os Sindicatos devem manter pressão sobre deputados e senadores pra ampliar o apoio e aprovar as MPs”, argumenta Miguel Torres.

Mais – Acesse site das Centrais.

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