Sindicato adota energia limpa e mais barata

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Ao completar seis décadas de luta dia 30 de abril, o Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região (Grande SP) reforça seu compromisso com o meio ambiente.
Desde o começo de janeiro, a entidade Spassou a utilizar energia solar, também chamada de fotovoltaica. O novo sistema funciona na Colônia de Férias, na sede central e já, parcialmente, no Clube de Campo.

Com a energia limpa, que não polui o ar nem agride o meio ambiente, o Sindicato aprofunda seu compromisso com a preservação do meio ambiente da natureza, o uso adequado de novas tecnologias energéticas e a economia da própria entidade, porque a energia solar é bem mais barata.

Quem responde pela instalação das placas fotovoltaicas, dos inversores e de todo o sistema é a SolBell Solar, uma empresa guarulhense, na Vila Galvão.

PIONEIRO – Josinaldo José de Barros (Cabeça), presidente do Sindicato, afirma: “Acho até que somos pioneiros no uso da energia que não envenena o ar, evita derrubar árvores, construir reservatórios e mover turbinas”. Para Cabeça, as energias limpas vieram pra ficar, começando a deixar pra trás formas muito caras, como as termoelétricas ou perigosas, no caso da energia nuclear.

O engenheiro Lucas Trettel, titular da empresa, explica o que é essa energia limpa, suas vantagens ambientais e ainda a economia para a entidade (Clique aqui e assista).
Placas – Os 38 apartamentos da Colônia de Férias em Caraguá, litoral norte de SP, receberam 124 placas fotovoltaicas no teto do imóvel.

Clube – O Clube de Campo, com sete alqueires, piscinas, saunas, parque aquático e outros equipamentos de lazer receberá 580 placas no ginásio poliesportivo e 70 nas piscinas.
Sede – Instaladas 118 placas fotovoltaicas.

Cada uma mede 2m28 X 1m13 e pesa 28 quilos.
O titular da SolBell, Lucas Trettel., diz: “O uso de energia solar traz benefícios, reduz a conta de energia e preserva o meio ambiente”. No Sindicato, com as placas fotovoltaicas, na sede, Clube e Colônia, vão produzir boa parte da energia necessária.

As placas transformam irradiação solar em energia elétrica por meio de módulos fotovoltaicos e os inversores de frequência.

RETORNO – O sistema, garante o engenheiro Lucas Trettel, tem vida útil mínima de 25 anos. A estimativa de retorno do investimento virá em cinco anos.

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