Revolta geral contra a reforma trabalhista ultraliberal na Argentina encaminhada pelo presidente Javier Milei. A precarização brutal provocou greve geral no país vizinho. O governo reprimiu com violência os protestos dos trabalhadores.
Paralisação em todo o território nacional, com protestos gigantescos em Buenos Aires e outras províncias. A Câmara de Deputados já aprovou o projeto governista. O projeto segue agora ao Senado.
A reforma de Milei é o verdadeiro massacre da serra elétrica:
- Jornada de até 12 horas diárias.
- Fracionamento das férias.
- Redução em 50% do auxílio-doença ou acidentário.
- Proíbe ações judiciais contra o empregador.
Entre outros ataques.
APOIO – As Centrais sindicais brasileiras publicaram Nota solidária aos hermanos. Diz a Nota:
“Nos solidarizamos com as Centrais argentinas, com cada trabalhador e trabalhadora que ocupam as ruas em defesa de sua dignidade. A luta do povo argentino é também a luta de toda a classe trabalhadora latino-americana. Não aceitaremos que a América do Sul se transforme em laboratório de experimentos ultraliberais que concentram renda, fragilizam direitos e aprofundam desigualdades”
São Paulo, 19 de fevereiro de 2026 – Sérgio Nobre, CUT; Miguel Torres, Força Sindical; Ricardo Patah, UGT; Adilson Araújo, CTB; Antonio Neto, presidente da CSB; Sônia Zerino, Nova Central.
MAIS INFORMAÇÕES – Sites das Centrais brasileiras e da UGT argentina.









