Centrais condenam chantagem dos bancos

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Segunda, dia 13, o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) aprovou a redução dos juros do crédito consignado de 2,14% pra 1,70% ao mês. Logo depois, vários bancos suspenderam a modalidade de empréstimo. Entre eles, os privados Bradesco, Itaú, C6 Bank; e os públicos, Caixa e Banco do Brasil.

Centrais Sindicais reagiram. Nota divulgada sexta (17) condena a chantagem. O texto lembra que, nos últimos quatro anos, eles lucraram R$ 338,5 bilhões, quase  R$ 100 bi só no último ano, enquanto 33 milhões de brasileiros estavam na linha da pobreza e da fome.

Além de apoiar o ministro da Previdência Social e presidente do CNPS, Carlos Lupi, os sindicalistas cobram do Governo Federal uma posição a atitude dos bancos públicos.

Presidente da CSB, Antonio Neto, critica a reação dos bancos. Para ele, a atitude demonstra que a sede por lucros não tem limites. “Os bancos querem é uma margem de lucro escorchante às custas do povo pra poder especular fora do País e contra os interesses da maioria dos brasileiros. Não podemos ceder a essa chantagem”, afirma.

Para Rene Vicente, presidente da CTB-SP, ao suspender esse tipo de empréstimo, as instituições bancárias deixam sem alternativa aposentados e pensionistas. “Sem falar que esse valor ajudar a aquecer a economia. Quem mais consome são os pobres. É preciso que se tome uma atitude”, cobra o dirigente.

NOTA – Clique aqui e leia documento.

Mais – Acesse o site das Centrais.

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