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A vida nos ensina a morrer – Artigo de Oswaldo Augusto de Barros

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Em busca do caminho

Oswaldo Augusto de Barros é presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Educação e Cultura (CNTEEC) e coordenador do Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST).

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Estranhamente, chamando os cientistas de idiotas, por não usarem a cloroquina pra vencer a COVID-19, o governo libera R$ 20 bilhões para a compra de vacinas, não sem antes alertar que as empresas pesquisadoras não se responsabilizam pelos resultados.

A vida é uma dádiva que Deus nos deu; há quem acredite que a Ciência deva ser desnecessária.

Em 1798, o termo “vacina” surgiu graças ao médico e cientista inglês Edward Jenner, ao observar que trabalhadores da zona rural não pegavam varíola, pois em contato com animais que tiveram varíola bovina praticamente se auto imunizaram.

A partir daí a polêmica… Alguns países, visando exterminar a doença em seu território, além de tornar obrigatória a vacinação, exigiram que o migrante comprovasse sua imunidade. Casos da varíola, sarampo, da poliomielite, entre tantas outras doenças que existem e, zelosamente, as mantém afastadas de seus convívios.

A da gripe que tomamos anualmente é exemplo de vacina atenuante de sintomas, visto que seu vírus é altamente mutante.

Como será com a COVID-19?

O que sabemos: é altamente contaminante; produz anticorpos no infectado; pouco se sabe se os anticorpos serão definitivos.

Papel da vacina: gerar criação de anticorpos mais duradouros com menor complicação possível; o vacinado se protege; estará imunizado para aquele vírus; será um transmissor do vírus; mesmo sem ter sintomas.

Pois bem: tirem suas conclusões se devem ou não ser vacinados.

Embora “a vida nos ensina a morrer”, não temos o direito fugir de nossa responsabilidade com a sociedade.

Eu vou ser vacinado!

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