CARÊNCIA, CARESTIA OU CARA DE PAU…

Data:

Compartilhe:

O maior espanto que vivemos hoje está nas compras de gêneros de primeira necessidade, o que muitos chamam de “mistura”, que tiveram aumentos proibitivos, inviabilizando seu acesso aos mais pobres.

Incentivo à Cultura não é atender anseios da esquerda ou da direita, é dar condições de aperfeiçoamento e qualidade aos espetáculos, com incentivos compensatórios e retornáveis ao Estado.

No século XIX, o Império criou mecanismos culturais para estímulo às Bibliotecas, Teatros e Casas de Ópera. Já o Governo Vargas, 1930, via na Cultura propaganda e crescimento.

Traçando um comparativo, somente com a Lei Rouanet, em 1991, captou R$ 16 bilhões de faturamento, chegando a R$ 1,13 bilhões em 2016, com menos de 1% de renúncia fiscal por parte da União.

Ocorre que… a Pandemia zerou a atividade cultural de forma drástica, se fazendo necessária uma contrapartida do Estado, que agora está sendo vetada.

Há pouco tempo, faltou essa coragem ou “apenas” garantiu seu interesse, quando não vetou o vergonhoso aumento no Fundo Partidário.

Teremos que ficar atentos a mais essa manobra, visto que os beneficiados com o citado Fundo são os responsáveis por aprová-lo. Se aprovarem, é nossa obrigação derrotá-los nas urnas.

Precisamos abrir os olhos.

Professor Oswaldo Augusto de Barros
Presidente da NCSTFSTCNTEECFEPAAE

Acesse – https://fstsindical.com.br/novo/

Clique aqui e leia mais artigos de Oswaldo Augusto de Barros

Conteúdo Relacionado

Eleições, Joio e Trigo – Eusébio Luis Pinto Neto

Na democracia, o cidadão é livre pra escolher seu partido, seu candidato, sua corrente ideológica. Essa liberdade é sagrada e deve ser respeitada por...

Churchill votaria pela jornada de 40 horas. E a direita brasileira? – Marcos Verlaine

O liberal-conservador britânico defendia o Estado na proteção do trabalho e do bem-estar. Posição distante do neoliberalismo que domina grande parte da direita brasileira.Se...

Se a CLT não cabe no bolso, o problema não é o jovem – Marcos Verlaine

Para reconquistar a juventude, a CLT precisa oferecer renda, direitos, perspectiva e flexibilidade, sem transformar precarização em liberdade nem proteção em privilégio.No artigo “Quando a...

Três categorias – João Guilherme Vargas Netto

Quero escrever sobre três categorias de trabalhadores - comerciários, bancários e metalúrgicos do setor automotivo - grandes e presentes em todo o Brasil, com...

E-mail Whatsapp Telegram Google News Trabalho A crise é da empresa; a conta não pode ser só do trabalhador – Lourival Figueiredo Melo

Quando uma grande empresa entra em crise, uma pergunta quase nunca aparece nos balanços: quem vai pagar a conta?O caso das Casas Bahia colocou...