20.4 C
São Paulo
sábado, 17/01/2026

Centrais apoiam urgência ao PL do salário mínimo

Data:

Compartilhe:

Ganha força a luta pela tramitação em regime de urgência do PL que recompõe o poder de compra do salário mínimo.

Nesta segunda, 17, as Centrais Sindicais publicaram Nota na qual reafirmam apoio e prometem luta pela aprovação do requerimento de urgência do Deputado José Guimarães (PT/CE), que “requer, nos termos do Artigo 155 do Regimento Interno da Câmara, a tramitação sob o Regime de Urgência do Projeto de Lei 2.385/23”.

Vale recordar o aumento do mínimo abre a Pauta Unitária da Classe Trabalhadora, aprovada na terceira Conclat, em abril de 2022.

A NOTA:

“O Projeto de Lei n° 2.385/23 dispõe sobre a política de valorização do salário mínimo. Essa política, que beneficia toda a sociedade, foi negociada entre as Centrais e o GT, criado pelo presidente Lula, no âmbito do Ministério do Trabalho.

O cálculo para o valor do piso nacional leva em conta a soma do INPC mais a variação do PIB de dois anos anteriores. O novo salário mínimo, de R$1.320,00, ainda que contenha ganho real, está muito aquém das necessidades das famílias. O Dieese aponta que o mínimo deveria ser de R$ 6.578,41, em junho.

Destacamos que valorizar o salário mínimo é uma forma de distribuir renda e diminuir a profunda desigualdade social no País.

Ao ressaltar a importância da matéria, que, aprovada, irá beneficiar milhões de compatriotas, orientamos os Sindicatos, Federações e Confederações a intensificar o diálogo com as bases e os Poderes Públicos, no sentido de sensibilizá-los da urgência de se votar e aprovar a política de valorização.

A valorização do salário mínimo contribui para reduzir as perdas econômicas de categorias de trabalhadores e aposentados. A valorização é uma forma de promover a recuperação gradativa do poder de compra do mínimo.

Por isso, a classe trabalhadora conclama os parlamentares a se somar nessa justa luta em prol de um País mais igualitário. Salário mínimo justo é uma importante forma de distribuir renda e contribuir para o desenvolvimento”.

ASSINAM – Sergio Nobre, presidente da CUT. Miguel Torres, presidente da Força Sindical. Ricardo Patah, presidente da UGT. Adilson Araújo, presidente da CTB. Moacyr Tesch, presidente da Nova Central. Antônio Neto, presidente da CSB. Nilza Pereira de Almeida, secretária-geral da Intersindical. José Gozze, presidente da PÚBLICA.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Conteúdo Relacionado

SindForte divulga conquistas e chama eleições

Diretores do SindForte, Sindicato que representa trabalhadores no transporte de valores e escolta armada, já distribuem nas bases o mais recente jornal “Transporte Forte”....

Frentistas de SP definem e encaminham pauta

Quarta (14), os 18 Sindicatos de trabalhadores em postos de combustíveis do Estado de São Paulo reuniram-se na Federação paulista (Fepospetro) para definir a...

SECSP participa de ação social na Vai-Vai

No próximo dia 17, o Sindicato dos Comerciários de São Paulo estará presente em uma grande ação social promovida pelo projeto PASSOS (Projeto de...

Artur propõe unidade sindical nas eleições

O sindicalismo está preocupado com as eleições deste ano. Para tanto, já se mobiliza visando conter o avanço da direita, do bolsonarismo e de...

Manoel Fiel Filho será homenageado em ato

No próximo dia 19 (segunda-feira), um grande evento reunirá sindicalistas, entidades e ativistas pró-democracia para homenagear Manoel Fiel Filho, trabalhador metalúrgico assassinado há 50...