Frentistas de Minas conquistam 6,83% de aumento salarial

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Vitória da categoria em Minas Gerais. Os Sindicatos fecharam a Convenção Coletiva de Trabalho 2025. Negociaram, em conjunto, as entidades de Uberaba, Uberlândia, Muriaé, Juiz de Fora, BH e a Federação Nacional, representando a base de Montes Claros. Beneficiados cerca de 40 mil.

Data-base, 1º de novembro

Negociação foi exaustiva, mas saldo é positivo. O aumento de 6,831% eleva o salário básico mensal para R$ 1.646,00. Salário de ingresso passa a valer R$ 1.609,63.
Também foi assegurada Participação nos Lucros e/ou Resultados, de R$ 630,00 por empregado. Pagamento em três parcelas de R$ 210,00: fevereiro, março e abril. Outra conquista ocorreu na cesta básica. O benefício está fixado em R$ 230,00, a partir de fevereiro.

Confira – Diferenças salariais referentes aos pagamentos de novembro, dezembro, janeiro e também quanto ao 13º salário serão pagas em três parcelas: maio, junho e julho.

Negociações – Participaram da última rodada Eusébio Neto, presidente da Federação Nacional; Danilo Fredson, diretor da Fenepospetro e representante do Sindicato de Montes Claros; Possidônio Valença, presidente do Sinpospetro/BH; Paulo Guizellini, Sintraposto Juiz de Fora; Rafael Souza, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba; Raimundo Gama, Poços de Caldas; Paulo Catarino, Muriaé; Paulo H. Bosqueto, Uberaba, além dos advogados Antônio da Silva Prado e José Júlio de Assis Trindade, do Sinpospetro/BH.

Danilo diz: “Toda negociação coletiva é complexa. Depende muitas vezes do cenário econômico e político do País. Ontem, após quatro rodadas, chegamos a bom termo. Não é o que queríamos, mas não ficou muito aquém da proposta. A participação do presidente Eusébio foi muito importante pra obtermos essas conquistas”.

Danilo enfatiza a necessidade da participação da categoria na vida sindical. No final do ano, nova negociação se inicia. Pra 2026, as tratativas serão válidas por dois anos. Danilo espera por avanços em muitas cláusulas. Ele faz um apelo: “Os frentistas de Minas precisam se unir e fortalecer seus Sindicatos e a Federação, garantindo melhores negociações e mais direitos junto ao setor patronal”.

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