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quinta-feira, 30/07/2026
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Presidente dos Economistas vê confiança

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Sinal de que a economia nacional vai bem. A taxa de desocupação voltou a cair. Recuou de 6,1% no primeiro trimestre para 5,4%. Ou seja, queda de 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. Informação da Agência IBGE Notícias.

A população desocupada caiu pra 5,9 milhões, declínio de 10,9% se comparado ao trimestre de janeiro a março. Em números, 718 mil pessoas deixaram a desocupação no período. Frente ao mesmo trimestre de 2025, quando havia 6,3 milhões de desocupados, redução foi de 6,3%. Em números, 392 mil pessoas a menos buscando emprego.

Confiança – Os economistas afirmam que a confiança é o principal ativo de um país. Assim também pensa Carlos Eduardo Oliveira Junior, presidente do Sindicato dos Economistas do Estado de São Paulo.

Ela falou à Agência Sindical: “O índice de emprego e desemprego é um indicador efetivo da conjuntura nacional. O Brasil tem mostrado resiliência, mesmo frente a problemas como os tarifaços de Trump. Vejo o País buscar novos caminhos e parcerias, abrindo importantes frentes de negócios”.

Investimentos – Para o presidente dos Economistas do Estado de SP, o governo tem conseguido criar e manter um ambiente de confiança. “Digo confiança no plano econômico e também no político, sem atropelos”, explica.

Outro aspecto destacado por Carlos Eduardo são os investimentos em infraestrutura, utilizando como alavanca o BNDEs e também investimentos estrangeiros. Ele observa: “Obras de infraestrutura e melhorias urbanas geram emprego no momento em que são realizadas, mas também ocupam pessoas para sua conservação e manejo. Um dos resultados é a melhoria no emprego e na qualidade de vida de uma cidade ou região”.

Serviços – Conforme informa o IBGE e também mostram os dados do Caged, o setor de serviços tem sido o grande gerador dos novos postos de trabalho. Carlos Eduardo Oliveira Junior, funcionário do Banco do Brasil, também atua como consultor da Confederação Nacional de Serviços.

Afora o crescimento econômico urbano, o presidente dos Economistas aponta o desempenho do setor agrário, onde o Plano Safra tem sido efetivo. O governo, ele diz, tem investido de forma crescente no Plano Safra e propiciado financiamentos em condições vantajosas.

Programa – Também tem papel nesse crescimento, e na elevação do nível de empregos o Nova Indústria Brasil, por meio do qual o governo federal busca fortalecer o parque industrial, promover a reindustrialização de setores e atrair investimentos produtivos. O economista comenta: “Hoje, o Brasil recebe grandes investimentos chineses. Mas a China não investe só aqui. A China é o maior investidor mundial”. Aqui, ele destaca também o BNDEs como propulsor da economia.

A resiliência da economia depende em muito da dinâmica implementada pelo governo e suas agências. Carlos Eduardo aponta, entre outros, a abertura de novos mercados na Ásia e a parceria Mercosul-União Europeia, que tem possibilitado a ampliação dos negócios e das exportações. “Como diz o vice-presidente Geraldo Alckmin, é o jogo do ganha-ganha”, ressalta o presidente do Sindicato dos Economistas do Estado de São Paulo.

Quanto aos economistas representados pelo Sindicato da categoria, ele diz, “o desejo dos colegas é ver o País crescer, gerar empregos e reduzir as desigualdades sociais, que ainda são gritantes”. O IBGE mostra que a massa salarial cresceu 2,8% em relação ao trimestre anterior.

MAIS – Sites do IBGE e do Sindicato dos Economistas do Estado de SP. Telefone (11) 3872.9880