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sábado, 17/01/2026

Incêndio na Cinemateca foi crime premeditado

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Na noite de quinta (29), um incêndio atingiu um galpão da Cinemateca Brasileira, situado na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Cinematográfica de SP, RS, MT, MS, TO e DF (Sindcine), não se trata de um acidente e, sim, de um crime premeditado.

De acordo com o Sindcine, o maior acervo cinematográfico da América do Sul era abrigado no espaço. Cerca de 250 mil rolos de filme estavam no local.

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“Quando se criam todas as condições para que um acidente aconteça, isso não é mais um acidente, é um crime”, diz o Sindcine em Nota conjunta com o Stic (Sindicato Interestadual dos Trabalhadores na Indústria Cinematográfica e do Audiovisual).

A capitã do Corpo de Bombeiros, que trabalhou na operação para conter o incêndio, relata que o fogo começou em uma das salas de acervo histórico no primeiro andar, após uma empresa terceirizada prestar serviços de manutenção nos aparelhos de ar-condicionado.

A Cinemateca é administrada pela Secretaria Especial de Cultura, do governo federal. Em Nota, a Secretaria afirmou que “lamenta profundamente” o ocorrido.

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Para o Sindcine, o incêndio tem o objetivo de apagar o passado do País e fazer com que fatos, ideias e pessoas que não agradam o atual governo deixem de existir. “Para este governo, tudo o que não lhe agrada deve ser destruído”, diz o documento das entidades sindicais. Sonia Santana, presidente da entidade, afirma: “O governo abandonou a Cinemateca”.

Abandono – Em reportagem do portal G1, o Ministério Público Federal de SP ingressou com ação na Justiça, em 2020, contra a União por abandono da Cinemateca Brasileira. A Promotoria questionou a falta de contrato para gestão da instituição.

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Na ação, o MPF destacou problemas como risco de incêndio, falta de vigilância, atrasos em contas de água e luz, além do atraso no pagamento de salários.

O Sindcine critica o posicionamento da Secretaria de Cultura, que no dia seguinte ao incêndio publicou edital para gestão da Cinemateca, que está sendo mantida pela Sociedade Amigos da Cinemateca desde o início de 2020, quando encerrou o contrato da Associação Comunicação Educativa Roquette Pinto, que mantinha o local.

Estudante faz protesto em frente a Cinemateca que pegou fogo quinta (29) – Zanone Fraissat/Folhapress

MAIS – Acesse o site do Sindcine.

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