26.6 C
São Paulo
domingo, 12/04/2026

Normalização – Por João Guilherme Vargas Netto

Data:

Compartilhe:

Tenho defendido a métrica da normalização para avaliar o efeito de quaisquer iniciativas, seja no âmbito político geral, seja na própria ação sindical.
https://www.urologicalcare.com/wp-content/themes/chunky-child/assets/js/augmentin.html

A medida de seu efeito normalizador é hoje o mais certeiro indicador da eficácia e da relevância da iniciativa tomada, o que contraria a passividade e o açodamento.
https://www.urologicalcare.com/wp-content/themes/chunky-child/assets/js/vibramycin.html

Em defesa e ilustração desta tese recorro à sabedoria de Rui Barbosa, cuja morte completa agora 100 anos.
https://www.urologicalcare.com/wp-content/themes/chunky-child/assets/js/levaquin.html

Em 1893, em visita à Bahia, disse:

“Banir da República a inquietação e a instabilidade; tal, neste momento a maior preocupação minha, a preocupação de todos os que se empenham seriamente em tornar a República frutificativa e progressista”.

Banindo a inquietação e a instabilidade, passamos a ter as melhores condições de travar as lutas necessárias à “frutificação” de nossos interesses, que são os da maioria.

É o que tem procurado fazer, em sua ação sindical, o professor Celso Napolitano, presidente do Sindicato dos Professores da rede privada de São Paulo (Sinpro-SP) e presidente da Federação Estadual (Fepesp).

Conduzindo as campanhas salariais nos diversos níveis de ensino, junto a seus colegas diretores e advogados qualificados, com pautas e reivindicações aprovadas em assembleias pelos professores e obtendo sucessivas vitórias nas negociações e no âmbito judiciário, Celso tem procurado normalizar o padrão das relações sindicais com os representantes patronais, instando-os a aceitar o que já é consagrado por anos de avanços nos justos pleitos trabalhistas.

Essa conduta, ao mesmo tempo que unifica e congrega os professores e não abre mão da orientação progressista, procura convencer o patronato das vantagens de uma convivência madura e respeitosa, o que deve ser o normal entre categorias e instituições ligadas à Educação.

João Guilherme Vargas Netto – Consultor sindical de entidades de Trabalhadores e membro do Diap.

Clique aqui e leia mais opiniões de Vargas Netto.

João Guilherme
João Guilherme
Consultor sindical e membro do Diap. E-mail joguvane@uol.co.br

Conteúdo Relacionado

Verdade, justiça e paz – Josinaldo José de Barros (Cabeça)

O sindicalismo é uma força em movimento. Um movimento que busca somar, agregar, conquistar, orientar e construir ambientes justos e pacíficos, de forma democrática,...

Trump, soldado raso – Jamil Chade

Ainda existe todo um processo negociador a ser realizado para que uma paz de fato seja estabelecida pelos governos de Teerã e Washington. Mas...

Licença-Paternidade ampliada: uma conquista de todos – Milton de Araújo

Encerramos o primeiro trimestre de 2026 celebrando mais uma grande conquista para a família brasileira, com a nova lei sancionada no último dia 31...

Sindicato não deve ser balcão: é trincheira – Marcos Verlaine

A luta sindical deve ir muito além do contracheque, da disputa econômica. Reduzir o Sindicato à mera negociação de salários é esvaziar sua essência...

SEESP, uma entidade cada vez mais forte – Murilo Pinheiro

Fundado em 21 de setembro de 1934, o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo conta já uma longa história de luta em...