O que fazer – Por Miguel Torres

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Defender e exigir ao mesmo tempo: Vacinas, Isolamento social e Auxílio Emergencial de 600 reais para que ninguém passe fome durante as medidas mais restritivas. Este é o tripé coletivo que deve prevalecer no combate à pandemia da covid-19.
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No Brasil, principalmente por culpa do negacionismo, da irresponsabilidade e da incompetência do governo federal, a covid-19 já causou a morte de quase 300 mil pessoas, um verdadeiro genocídio!
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Para frear este maldito vírus devemos continuar pressionando e exigindo ao mesmo tempo: vacinas sim, vacinas já, rapidez na vacinação, isolamento-distanciamento social, lockdown, mais campanhas de conscientização sobre as medidas de prevenção e auxílio emergencial de R$ 600 mensais para quem precisa, até o fim da pandemia.

Esperamos que o Congresso Nacional tenha sensibilidade e visão humanitária e modifique para melhor a medida provisória do governo, pois 4 parcelas de R$ 250, em média, são insuficientes para as pessoas que precisam do auxílio pagarem as despesas do dia a dia e não passarem fome.

Defendemos também que as prefeituras e os governos criem seus auxílios emergenciais próprios, inclusive, se for o caso, como complemento ao nacional.

Consideramos um lockdown, bem planejado entre governos e municípios, essencial para com medidas mais rígidas desacelerar a propagação do coronavírus, pois estamos numa fase altamente crítica: com aumento de casos, internações e mortes diárias, com falta de vacinas, medicamentos, leitos e profissionais de saúde e com vacinação muito lenta.

Exigimos também o retorno do programa de proteção ao emprego e à renda, com participação dos Sindicatos nas negociações coletivas.
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E, assim como diversos países vêm adotando, é crucial no Brasil as empresas, principalmente as pequenas e médias, terem incentivos para continuarem produzindo e garantindo empregos. A luta faz a lei!

Obs: Use máscara, respeite o distanciamento social, faça a higienização, principalmente das mãos com água e sabão e/ou álcool gel, evite compartilhar objetos pessoais e mantenha práticas saudáveis de vida.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical

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