Orçamento e a fome – Professor Oswaldo Barros

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Orçamento de Contas do Estado deve se guiar pelo bom senso, visando principalmente ao bem-estar da população, em especial aos mais necessitados.

Hoje, em entrevista para uma rádio, Paulo Guedes assim respondeu: “…com a continuidade do Auxílio Emergencial a economia voltará a ser aquecida.”

Sabemos que o Estado não produz riqueza. Sabemos também que Orçamento de Contas do Estado deve se guiar pelo bom senso, visando principalmente ao bem-estar da população, em especial aos mais necessitados.

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Vivemos há quase dois anos uma Pandemia, desemprego com índices de causar escárnio, extrema pobreza como há muito não se via, com apenas 12,79% da população do País até o momento vacinada… e a preocupação é injetar pouco dinheiro na economia?

Ahhh se não tivéssemos os escândalos anunciados na CPI da Covid-19 e teríamos frases “debochantes” buscando ganhar credibilidade junto a essa faixa da população.

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Senhor ministro: R$ 150,00, R$ 250,00 e R$ 375,00, esses valores do “auxílio” mal conseguem suprir a refeição semanal das famílias, visto que os preços dos alimentos e os insumos para a sua confecção estão proibitivos pra quem tem fome.

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Nossa gente humilde vive das ajudas de campanhas feitas pela população e não por essa miséria que o senhor coloca como aquecimento da economia.

Falamos isso porque coordenamos o CNTEEC CONTRA A FOME e a fome está matando. É muito triste ter que dizer isso, quando mais de 530.000 famílias choram suas perdas para a Covid-19.

Pense mais na necessidade de manter a vida, e a Economia irá agradecer, e os hospitais estarão recebendo menos pacientes. É uma questão de tempo.

Professor Oswaldo Augusto de Barros
Coordenador do FSTCNTEECFEPAAE

Acesse – https://fstsindical.com.br/novo/

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