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sexta-feira, 6/03/2026

País teve mais 142.702 empregos em julho, segundo o CAGED

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O Brasil criou 142.702 novos postos de trabalho em julho. Os dados são do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). O CAGED é um banco de dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Desde janeiro, o País acumula saldo de 1.166.125 vagas geradas.

Só o setor de serviços abriu 56.303 vagas em julho. No comércio, o saldo aumentou em 26.744 postos de trabalho.

O saldo positivo foi constatado em todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas. E também em 26 das 27 unidades federativas. Segundo Caged, julho apontou 43.610.550 um total de empregos formais.

Renda – O salário médio real de admissão em julho foi R$ 2.032,56. Esse valor ficou R$ 19,33 acima do registrado em junho (R$ 2.013,23).

Áreas – O saldo de novos empregos formais no setor de serviços está assim distribuído: áreas de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (saldo de 27.218 postos); alojamento e alimentação (9.432); e transporte, armazenagem e correio (8.904).

No comércio, a área varejista de produtos farmacêuticos teve saldo positivo de 3.554 novos postos de trabalho. Já na área de mercadorias em geral (com predominância de produtos alimentícios), os supermercados apresentaram saldo positivo de 2.419 novas vagas. Nos minimercados, alta foi de 1.704.

O saldo positivo de novos empregos formais na construção civil ficou em 25.423. Na indústria, saldo de 21.254 novos postos.

Mulheres – Houve aumento de 43.947 novos empregos formais para mulheres e de 98.755 para homens. O Caged também aponta: População com Deficiência registrou saldo de 452 contratações.

Regiões – Apenas no Rio Grande do Sul houve queda do emprego formal: menos 2.129 vagas.

Os maiores saldos de novos empregos formais ficaram com São Paulo (43.331), Rio (12.710) e Minas Gerais (12.353).

PIB – Brasil tem registrado aumento também no Produto Interno Bruto (PIB): 0,9% no segundo trimestre. Agências internacionais apontam que nosso País pode voltar a figurar entre as 10 maiores economias do mundo.

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