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quinta-feira, 2/04/2026

RESPONSABILIDADE!- Por Oswaldo Augusto de Barros

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Administrar não é para amadores, nem mesmo pode ser à luz da emoção, principalmente quando sofremos uma nefasta pandemia, que, tratada com desdém, nos leva a ser o segundo País com mais mortes no mundo.
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Objetivamente, a única solução é a vacinação em massa, já que medidas de controle, como distanciamento, higiene das mãos e rosto (principalmente) e o uso de máscara, foram negadas por quem deveria dar exemplo.

A Economia em crescente queda torna-se presa fácil quando não se imuniza a população, fator imperioso para o retorno às atividades produtivas.

O Governo Federal se defende, dizendo que as vacinas podem ser compradas, “eles é que não entregam”. Infelizmente, em função de um negacionismo inconsequente, estamos na rabeira da fila de compra, visto que não foi dada a devida importância no momento oportuno.

Capitais param de vacinar por falta de doses.

Temos que admitir, somos um País à deriva de ordens e contraordens, com enfoque apenas político e não administrativo-humanitário.

E estamos ainda na primeira dose!

Empresas deixam o País pela insegurança de regras fiscais. Micro e pequenas empresas, aos milhares, fecham as portas dada à sua insolvência por falta de estímulo governamental. Quem paga? O desempregado!

Falar em 14 milhões de desempregados é não caminhar pelas ruas e ver o número de pessoas que as tomam como residência, em todas as cidades do País.

As reformas? Opta-se por retirar dinheiro dos trabalhadores, retirando-lhes direitos e conquistas, tratando-os como gastos e não como geradores de riqueza.
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Sobra, como meio de sobrevivência, o tal Emergencial, que pretende dar R$ 200,00 aos necessitados, o suficiente pra comprar 40 latinhas de leite condensado, mas insuficiente pra dar de comer a uma família.

É hora de cobrarmos, com grito de RESPONSABILIDADE, que o Congresso Nacional faça novamente o que Executivo insensivelmente se omite. É a vez do Congresso dar voz ao sofrimento do povo Brasileiro, antes que tenhamos mais mortes por inanição do que por contaminação.
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