Prefeito de Guarulhos (Guti/PSD), cidade com 1,4 milhões de habitantes, insiste em fechar empresa. Proguaru tem 41 anos e faz toda a zeladoria da cidade, inclusive nas unidades de saúde.

O relatório que segue conta, em ordem cronológica, os fatos ligados às lutas iniciadas em meados de dezembro.

Pedro Zanotti Filho, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais (Stap), afirma: “Se a Proguaru fechar, vamos perder 4,6 mil empregos. Será um massacre.”

Segue relatório do Sindicato

– 29 novembro – Segundo turno das eleições municipais.
– 16 dezembro – Envio à Câmara pelo prefeito Guti do PL 2.745/2020.
– 18 de dezembro – Aprovação do PL pela Câmara.
– 17 e 18 de dezembro – Trabalhadores cruzaram os braços, foram às ruas e fizeram enormes atos públicos.
– 22 de dezembro – Denúncia ao Ministério Público do Trabalho: MPT/Conalis. O Sindicato denunciou a iniciativa do prefeito e pediu fosse analisado nosso relatório.
– 19 de janeiro – Diretores Pedro e Renata se reuniram com o presidente da Câmara, Fausto Martello. Frase dele: “Enquanto eu presidir esta Casa, tudo farei para manter aberta a Proguaru”.
– 26 de janeiro – Realizamos ato público e de protesto no Paço Municipal.
– 17 de fevereiro – Novo ato de protesto, em frente à Câmara de Vereadores.
– 25 de fevereiro – Grande assembleia, no Paço, que decretou greve dia 15 de março.
– 2 de março – Sindicato participou de procedimento com o Ministério MPT (quando mostramos por que fechar a Proguaru é errado e vai gerar uma tragédia social na cidade). A Conalis, que é a Coordenadoria Nacional, ficou de chamar a Prefeitura para dialogar sobre a questão.
– 10 de março – Em cumprimento à Lei de Greve, protocolamos ofício no governo informando que haveria paralisação dia 15. Também explicamos como ficaria no trabalho na Saúde.
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– 15 de março – Greve iniciada, com força em várias Regionais. Orientação do Sindicato: fique em casa.
– 15 de março – Desde as primeiras horas, diretores do Stap visitaram as Regionais, orientando: apoie a greve, fique em casa.
– 15 de março – Assembleia que aprovou seguir a greve – com 90,81%.
– 16 de março – Audiência de tentativa de conciliação em dissídio de greve no TRT. Quem pleiteou o dissídio foi o governo.
– Dia 16 de março – Live com Renata e Pedro, às 18 horas, pra explicar como havia sido a audiência e possíveis desdobramentos.

Trabalhadores da Proguaru em greve, com diretor Denilson do Stap

Ações judiciais – O Jurídico do Sindicato está totalmente mobilizado. O departamento ingressou com ADI no Tribunal de Justiça; Ação Civil Pública no TJ; Ação Civil Pública na Justiça Cível.
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Outras ações estão em andamento.

Informação – O Sindicato produziu boletins; publicou matérias na imprensa; diretores participação de programas de entrevista e de lives. Anúncio na imprensa, cards, boletins eletrônicos, vídeos com os diretores: Eli, Pedro, Renata etc.

Dia 4 de março, mais de 20 Sindicatos da cidade publicaram Carta Aberta mostrando por que não fechar a Proguaru. O Stap apoiou e divulgou o abaixo-assinado que está correndo diversos locais da cidade. O Sindicato também apoiou e divulgou projeto da vereadora Janete Pietá.

A sede do Stap teve seis reuniões com comissões de trabalhadores e representantes das Regionais. Daqui até sexta, diretores do Sindicato visitarão Regionais, orientando a base.

Assembleia sexta (19) – Online, a partir das 9 horas, a fim de que o Sindicato tenha tempo de peticionar o resultado e juntar no processo de dissídio. Entre outras, será apreciada proposta do Procurador do Ministério Público, Danton de Almeida Segurado. Sua proposta: “Manter estado de greve, suspender paralisação. Após isso, as partes juntam suas manifestações no processo.
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Após isso, se retomaria a audiência de conciliação”. Com acordo, concilia-se. Sem acordo, segue movimento, espera-se julgamento no TRT.

Proposta do Sindicato na audiência: “Suspender os efeitos da Lei de Guti, constituir uma Comissão, colher pareceres, dados e levantamentos, com o objetivo de que a empresa seja mantida”.

MAIS – No site do Sindicato www.stapguarulhos.org.br