Centrais buscam apoio parlamentar para os R$ 600,00

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Presidentes das Centrais entregam documento em defesa do Auxìlio de R$ 600,00 aos líderes partidários

Na manhã desta terça (29), presidentes da Força Sindical, CUT, CTB e NCST, além de sindicalistas da CSB e CGTB, estiveram em Brasília para discutir com líderes partidários a votação da Medida Provisória 1.000/2020.

A ação faz parte da campanha “600 Pelo Brasil – Coloca o Auxílio Emergencial pra votar, Maia”, lançada em 17 de setembro, pelas Centrais Sindicais. 

O objetivo é pressionar o Congresso Nacional a votar a MP e elevar o valor para R$ 600,00 até dezembro. E não R$ 300,00 como propôs o governo Bolsonaro. Sérgio Nobre, presidente da CUT, diz: “Essa pressão tem que ser ampliada e fortalecida. É o que estamos fazendo”.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical, revela que a desculpa de alguns parlamentares foi o teto de gastos. Ele conta: “Esclarecemos que o Auxílio não fere o teto porque está baseado em uma medida emergencial. O valor provêm do tesouro nacional”.

As lideranças sindicais defendem a continuidade do benefício para amenizar os impactos da crise na população mais carente, que utiliza este benefício. Além de ser importante para ajudar a economia a se reerguer.

Segundo Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), além de aliviar o sofrimento das famílias mais pobres, o valor tem se revelado um bom remédio para amenizar a crise econômica.

“Um valor abaixo de R$ 600,00 como Auxílio Emergencial é claramente insuficiente, vai sacrificar brasileiros e brasileiras pobres, reduzir o consumo popular, enfraquecer o mercado interno e agravar a crise”, ele afirma.

Os parlamentares receberam das mãos dos sindicalistas, o documento pela manutenção do auxílio emergencial de R$ 600,00 até dezembro.

Abaixo-assinado – A campanha também coleta assinaturas nas redes sociais e nos locais de trabalho para um manifesto em apoio à pauta. Clique aqui e assine.

Mais – Clique aqui e acesse o Documento das Centrais.

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