O caso envolvendo a produtora estrangeira Go Up Entertainment, responsável pelas gravações do filme “Dark Horse” no Brasil, acendeu novos alertas entre entidades do setor audiovisual. As denúncias apontam irregularidades trabalhistas em série e descumprimentos legais durante a produção do filme no País.
Segundo relatos de representantes da categoria, a empresa teria trabalhado sem apresentar, aos órgãos responsáveis, a documentação exigida, além de manter equipes brasileiras em condições irregulares e abusivas. Entre as reclamações estão ausência de contratos e de seguros obrigatórios, jornadas excessivas e horas extras sem pagamento.
As denúncias foram encaminhadas, pelo Sindcine, ao Ministério do Trabalho e Emprego, ao Ministério Público do Trabalho e também à Ancine. No entanto, avaliam representantes sindicais, faltou uma resposta mais rápida e efetiva diante das situações documentadas.
Informações obtidas junto à Ancine indicam que a produtora não teria formalizado a documentação necessária para atuar oficialmente no Brasil. Mesmo assim, as gravações aconteceram normalmente.
Outro ponto criticado pelas entidades do audiovisual é a dificuldade de fiscalização, principalmente pela rapidez das produções e a falta de acompanhamento contínuo das condições de trabalho nos sets de filmagem.
Incentivos – Também há questionamentos sobre possíveis incentivos públicos recebidos pela produção durante as gravações em SP, enquanto trabalhadores relatam problemas relacionados ao cumprimento de direitos básicos da categoria – incluindo carne estragada.
Mesmo após reuniões e notificações feitas por Sindicatos (Sindicine, Sated e outros), os representantes classistas afirmam que os compromissos discutidos não foram cumpridos pela empresa GO Up.
O episódio reacende o debate sobre fiscalização, proteção aos profissionais do audiovisual e cumprimento das normas trabalhistas em produções nacionais e internacionais no Brasil. No caso do Sindcide, afora as NRs, a entidade pleiteia que a Convenção Coletiva de Trabalho seja obedecida.
Impactos – A participação de Flávio Bolsonaro nas mumunhas do financiamento e empréstimos suspeitos, do “Dark Horse”, tem colocado em xeque sua participação na disputa presencial deste ano.
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