Governo Lula socorre vítimas no Rio Grande do Sul

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Mudou o governo, mudou a postura. Domingo, dia 10, o Presidente em exercício, Geraldo Alckmin, foi ao Rio Grande do Sul e disponibilizou R$ 741 milhões de ajuda às vítimas de chuvas e alagamentos. Alckmin fez o anúncio em Lajeado (RS), junto a prefeitos, oito ministros e ao governador Eduardo Leite (PSDB).

Os recursos serão distribuídos assim: R$ 26 milhões para o Ministério da Defesa, uso de helicópteros e maquinários nas buscas e reconstrução; R$ 80 milhões para Ministério da Saúde, que montou hospital de campanha em Roca Sales (RS), e reconstrução de unidades de saúde destruídas, além da atuação das equipes da Força Nacional de Saúde na região.

Ministério dos Transportes: disponibilizará R$ 116 milhões para reconstruir trecho da BR 116; o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e Ministério do Desenvolvimento Agrário aplicarão R$ 125 milhões no Programa de Aquisição de Alimentos.

Ministério das Cidades: R$ 195 milhões na construção de moradias. Ministério da Integração Nacional: terá acréscimo de R$ 185 milhões no Orçamento pra ajuda humanitária e reconstrução de ruas, estradas, limpeza e pavimentação. O Ministério da Previdência Social também atuará.

Vídeo – Enquanto Alckmin enumerava as verbas liberadas, o governador gaúcho mostrava desconforto, de cabeça baixa. Vídeo: aqui.

Mortos – São 43. Desaparecidos chegam a 46. A maioria das mortes ocorreu em Muçum (16), Roca Sales (10) e Cruzeiro do Sul (5).

Contraste – Em dezembro de 2021, a postura do governo federal foi bem diferente em relação aos flagelados. O então presidente, Jair Bolsonaro, saiu em férias, em Santa Catarina, onde passeou de jet ski, aplaudido por fanáticos.

RS – O governo irá liberar o saque do FGTS, até R$ 6.220,00, para as pessoas atingidas.

Bolsa Família – Antecipados também os repasses aos afetados, que ocorrerá dia 18, e do Benefício de Prestação Continuada, dia 25. As Prefeituras deverão receber R$ 800,00 por cidadão atingido. Também será liberado o valor de um salário mínimo pelo BPC – a ser quitado em até 36 meses sem correção.

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