A economia brasileira vai bem. Institutos, dados e índices mostram a boa condição da nossa economia, do emprego, dos salários e da inclusão social.
No segundo trimestre, o País teve saldo positivo de 145.161 empregos. Em termos de porcentagem, o desemprego caiu de 5,8% pra 5,4%.
Segundo o IBGE, a população desocupada (5,9 milhões) declinou -10,9%; ou seja 718 mil pessoas frente ao trimestre de janeiro a março de 2026.
Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (6,3 milhões) apresentou variação de -6,3%, ou seja, uma redução de 392 mil pessoas desocupadas.
A inflação está sob controle. Os últimos 12 meses registraram alta de 4,33%, segundo o INPC. Em julho, o INPC ficou em 0,14%.
As exportações também vão bem. Em junho, o Brasil bateu recorde, com exportações somando US$ 36,4 bilhões – alta de 24,8% em relação a junho de 2025. O superávit comercial chegou a 8,8 bilhões de dólares. Em julho, até a quarta semana, as exportações totalizavam US$ 27,59 bi. Alta de 9,7% sobre igual período de 2025.
Minha geração viveu num País muito diferente, e pior. Nós fazíamos uma verdadeira via-crúcis nas portas de empresas, preenchendo fichas de emprego. Hoje, a gente anda pelas ruas e topa com cartazes de “estamos contratando”, “admite-se”, “precisamos de”. Em tempos anteriores, a televisão mostrava até engenheiros na fila de candidatos a uma vaga de gari. Pois é…
E na habitação? Era calamidade. As pessoas madrugavam nas filas pra pegar uma senha de eventual moradia no CDHU ou pelo BNH. Hoje, o Minha Casa, Minha Vida e outros programas semelhantes propiciam moradias, financiadas, para as faixas populares e também à classe média.
Desde os primórdios do descobrimento, a fome foi problema recorrente no Brasil. Pra identificar o problema em escala mundial, a ONU criou o “Mapa da Fome”. O Brasil saiu desse Mapa nos dois governos Lula, no governo Dilma e agora volta a superar o problema no terceiro governo Lula – já Temer e Bolsonaro empurraram o País de volta à fome.
Um país não vive apenas de seus próprios recursos. É importante que receba investimentos estrangeiros. O Brasil é a décima economia mundial. Porém, é o quinto país que mais recebe investimentos externos. O Banco Central informa que o Investimento Direto somou US$ 46,9 bilhões no primeiro semestre – alta de 33% sobre o ano anterior.
Quando digo que nossa economia vai bem não é pra apoiar governo A ou B. São os fatos. E contra fatos não há argumentos. Eu digo como éramos antes e como estamos hoje porque tem gente que não acredita. Aliás, um samba do Paulinho da Viola ensina: “Meu pai sempre me dizia/Meu filho tenha cuidado/Quando penso no futuro/Não esqueço meu passado”.
Por não esquecer o passado, eu luto por um Brasil cada vez melhor. E é isso que cada patriota deve fazer.
Josinaldo José de Barros (Cabeça) – Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região.









